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quarta-feira, 7 de março de 2012

Nós não somos dinamarqueses, Por Denis Russo Burgierman

Nós não somos dinamarqueses

Em 1962, Copenhague, a capital dinamarquesa, foi tomada por uma polêmica. Estava nos jornais:
“Nós não somos italianos”, dizia uma manchete.
“Usar espaços públicos é contrário à mentalidade escandinava”, explicava outra.
O motivo da polêmica:
Um jovem arquiteto chamado Jan Gehl, que tinha conseguido um emprego na prefeitura meses antes, estava colocando suas manguinhas de fora. Gehl, que tinha 26 anos e era recém casado com uma psicóloga, vivia ouvindo dela a seguinte pergunta: “por que vocês arquitetos não se preocupam com as pessoas?”. Gehl resolveu preocupar-se. E teve uma ideia.
Havia em Copenhague uma rua central, no meio da cidade, cheia de casas imponentes e de comércios importantes. Era uma rua que tinha sido o centro da vida na cidade desde que Copenhague surgiu, no século 11 – a rua viva, onde as pessoas se encontravam, onde conversavam, onde os negócios começavam, os casais se conheciam, as crianças brincavam, a vida pública acontecia. Nos anos 1950, os carros chegaram e aos poucos essa rua foi virando um lugar barulhento, fumacento e perigoso. As pessoas já não iam mais lá. Trechos inteiros tinham sido convertidos em lúgrubes estacionamentos.
Pois bem. Aquele jovem arquiteto tinha um plano: fechar a rua para carros.
Copenhague não aceitou facilmente a novidade. Os comerciantes se revoltaram, alegaram que os clientes não conseguiriam chegar. São dessa época as manchetes de jornal citadas no começo do texto. O que os jornais diziam fazia algum sentido: Copenhague não é no Mediterrâneo. Lá faz frio de congelar – o mês de dezembro inteiro oferece um total de 42 horas de luz solar. Ninguém quer andar de bicicleta, ninguém quer caminhar. Deixe meu carro em paz.
Mas o jovem arquiteto ganhou a disputa. Nascia o Strøget, o calçadão de pedestres no meio da cidade que hoje é a maior atração turística de Copenhague. As pessoas adoraram a rua para pedestres desde que ela foi fundada. Na verdade, o comércio da região acabou lucrando muitíssimo mais, porque a área ganhou vida e gente passou a caminhar por lá a todo momento. É até lotado demais hoje em dia.
O arquiteto Gehl caiu nas graças da cidade e continuou colaborando com a prefeitura. Suas ideias foram se aprimorando. Ele descobriu que o ideal não é segregar pedestres de ciclistas de motoristas: é melhor misturá-los. Alguns de seus projetos mais interessantes são ruas mistas, nas quais os motoristas sentem-se vigiados e dirigem com um cuidado monstro. Outra sacada: que essa história de construir ruas para diminuir o trânsito é balela. Quanto mais rua se constrói, mais trânsito aparece. Quanto mais ciclovia, mais gente abandona o carro.
Em grande medida graças às ideias de Gehl, Copenhague é a grande cidade europeia com menos congestionamentos. 36% dos deslocamentos são feitos de bicicleta, mesmo com o clima horrível de lá, e a população tem baixos índices de obesidade e doença cardíaca.

“Copenhaguizar” virou um verbo: significa tornar uma cidade mais agradável à maneira de Copenhague. Jan Gehl abriu um escritório de arquitetura cuja filosofia é “primeiro vem a vida, depois vêm os espaços, depois vêm os prédios”. Ele passou a ser contratado por várias cidades australianas interessadas em “copenhaguização”. Seus projetos revolucionaram Sidney, Perth e Melbourne, tornando seus centros mais divertidos, cheios de cafés, arte e vida, reduzindo carros, atraindo gente para fora de casa. De uns tempos para cá, Gehl, que hoje tem 74 anos, passou a ser procurado pela “big league” das cidades: Londres e Nova York o contrataram como consultor para transformar seus espaços urbanos. Ambas têm feito muito desde então.
Enquanto isso, aqui na minha cidade, se alguém fala em melhorar o espaço público, logo ouve:
“Nós não somos dinamarqueses. Usar espaços públicos é contrário à mentalidade brasileira.”
50 anos atrasado.
Outra frase que se ouve muito aqui:
“Brasileiro adora carro.”
Adora nada, meu filho, presta atenção. Isso é propaganda de posto de gasolina!
Por Denis Russo Burgierman

fonte: http://veja.abril.com.br/blog/denis-russo/cidade/nos-nao-somos-dinamarqueses/

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Vídeo sequência Fibonacci. a correlação entre a sequência matemática e diferentes aspectos da natureza.

O animador Cristóbal Vila tenta mostrar a correlação entre a sequência matemática e diferentes aspectos da natureza em um lindo vídeo que nos faz ficar maravilhados na vida.

 A sequência de Fibonacci é a representação matemática dessas formas. Vale lembrar conforme destacado no post anterior que a sequência Fibonacci observad nos galhos que vão formando a copa das árvores foi que serviram para a descoberta do menino Alrian que foi capaz de descobrir a forma mais eficiente e eficaz (até o momento) de captação de energia solar.

Através da Sequência Fibonacci vemos a revelação da multiforme graça na natureza e o ZERO E UM da vida de uma maneira visível fisicamente falando. Assista o vídeo em se maravilhe com a beleza criativa tanto do animador quanto da vida.



Fonte: http://www.pipocadebits.com/2011/07/incrivel-animacao-mostra-sequencia-de.html


Satisfação e contemplar a natureza multiforme e ser parte dessa criação ao mesmo tempo em que sou co-criador enquanto imagem e semelhança do Deus vivo.

Jorge Tonnera Jr.

domingo, 18 de setembro de 2011

Curso para novos voluntários - CVV (Centro de Valorização da Vida) do Programa de Apoio Emocional prevenindo o suicídio.

Hora
sábado, 24 de setembro · 09:00 - 12:00

Localização
UERJ
R. São Francisco Xavier, 524 - 3o. andar - bloco F - Maracanã
Rio de Janeiro, Brazil

Criado por

Mais informações
CVV - Curso Gratuito para Novos Voluntários

Se você tem mais de 18 anos de idade, pelo menos quatro horas disponíveis por semana e vontade de ajudar o outro, você pode ser um plantonista do Programa de Apoio Emocional do CVV. As principais frentes de atuação do plantonista são o telefone (que inclui VoIP, correspondência, contato pessoal e e-mail) e o chat (que também inclui e-mail).

Nossa missão é Valorizar a vida, contribuindo para que as pessoas tenham uma vida mais plena e, conseqüentemente, prevenindo o suicídio.

Postos Centro, Copacabana e Maracanã
De 19 a 23/Setembro, 19 às 21h - Colégio Pedro II
R Marechal Floriano, 80 - Centro - RJ

ou

Dias 24 e 25/Setembro, 9 às 13h - Auditorio da UERJ
R. São Francisco Xavier, 524 - 3o. andar - bloco F - Maracanã - RJ

Inscrições no local, 15 minutos antes.

Mais informações: www.cvv.org.br ou ligue 141.

sábado, 23 de julho de 2011

Aula de música e matemática com Pato Donald. Genial e simples como a vida!...

Simplesmente genial. Um ótimo senso de didática e trans, multi e interdisciplinaridade, onde nada é separado. Onde a educação não são fragmentos aglutinados, mas um todo. Lúdico e lúcido. Essa é a prova de que seríamos gênios se o sistema educacional não nos aprisionasse. Como a música é maravilhosa e uma chave para entendêrmos a vida...


Paz de Jah
Jesus vive, aloha!!!

Jorge Tonnera Jr.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

A dúvida da fé e a inquietação da salvação

Sim, A própria fé nos questiona, o espírito em nós nos agita.A Reverenda Genevieve Razim, pastora associada da Palmer Memorial Episcopal Church usou uma frase interessante sobre a manifestação da fé. Ela diz que conforme a fé se desenvolve vai fazendo perguntas difíceis.

A vida interage o tempo todo e somos chocados com as realidades e questionar pode não significar que teremos a resposta, mas nos levará a uma outra resposta, pergunta ou situação em que seja mais importante.

A dúvida da fé e a inquietação da salvação nos leva a perguntas como as de Asafe, o salmista ou ainda os lamentos de Jeremias, situações libertadoras que exorcisam angústias da alma frente a realidade do mundo e de nós mesmos. 

Lutero foi um caso clássico na sua inquietação em relação a fé e a religião, que acabou levando ao despertar da revelação. Deus revelou a verdade através da Escritura, a partir de um inquientamento.

A fé não é o ponto final; é o ponto de partida!

Na dúvida talvez seja a fé que esteja perguntando e não necessariamente a ausência dela...

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Abortos por anomalia são realizados na Inglaterra

E assim todos nós daremos conta ao doador da vida...
Matar bebês por causa de fissura labial e pé torto... Tenha misericórdia de nós, ó Senhor doador.


Abortos por anomalia são realizados na Inglaterra

Segundo o Departamento de Saúde da Inglaterra, dos 189.574 mil abortos realizados na Inglaterra e no País de Gales em 2010, 2.290 foram feitos devido a anomalias fetais, incluindo Síndorme de Down, problemas no sistema esquelético e fissura nos lábios. Essa é a primeira vez que o governo inglês lançou os dados sobre abortos realizados em razão de deficiências e as condições médicas dos fetos e os números chamaram a atenção.

 As estatísticas revelaram que 482 fetos foram abortados devido a Síndrome de Down, 128 por distúrbios nervosos na espinha bífida e 181 por problemas músculo-esqueléticos, como “pé torto”. Nos dados constavam também que sete gestações foram interrompidas em razão de fissuras no palato, um problema que pode ser resolvido com uma cirurgia relativamente simples, que pode ser feita a partir dos três meses de idade. Quem solicitou a pesquisa foi a Aliança Pró-Vida inglesa.

 A amniocentese, que é o exame realizado para descobrir problemas como a Síndrome de Down ou da espinha bífida, é feita entre a 15ª e a 18ª semana de gravidez e não faz parte de uma rotina normal de gravidez. É indicada para casos especiais, como em gestantes com mais de 35 anos ou anormalidade gêneticas na família. O dignóstico da fissura no lábio é feita normalmente no quinto mês de gestação.

 O aborto no Reino Unido é permitido ser realizado até 24 semanas de gravidez. Após esse limite, o aborto pode apresentar risco para a vida da mãe e risco de grave de malformação do feto.

Muitas pessoas abortam porque não querem ter bebês, essa é uma discução à parte. Mas o que você acha do aborto realizado em razão dessas doenças? Comente!

Fonte: Daily Mail.
Origem: http://meme.zenfs.com/u/21c6cb8c6e55b4fb0246e3f02ac8dd4a53b66630.jpeg


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