Uruguai troca arma de fogo por bicicleta e laptop
Conhecida como “Armas para a Vida”, o programa oferece dois benefícios em troca das armas de fogo: uma “ceibalita”, uma espécie de laptop uruguaio, ou uma bicicleta.
Fonte: Envolverde

Foto: pachenha
O velho Pepe, o presidente do Uruguai José Mujica, continua a implantar ideias inusitadas para promover grandes mudanças em sua população. Dessa vez, o presidente que legalizou o aborto e o casamento gay, lançou uma campanha de desarmamento diferente.
Conhecida como “Armas para a Vida”, o programa oferece dois benefícios em troca das armas de fogo: uma “ceibalita”, uma espécie de laptop uruguaio, ou uma bicicleta. Segundo o comunicado oficial essas são armas “para a vida”, porque uma dispara o conhecimento, enquanto a outra serve para a saúde física.
Além da campanha, o executivo deve enviar ao Parlamento uruguaio uma nova legislação sobre armas para regularizar os cidadãos que possuem armas irregulares. O texto prevê prisões de um a 12 anos para cidadãos que portam armas não legalizadas. Caso seja aprovada, o a regularização ou entrega dos armamentos deverá ser feita em até seis meses.
Coibição
Segundo o jornal uruguaio El Observador, “a decisão coincide com o avanço – no ano passado e no presente – dos crimes vinculados ao narcotráfico que levaram a oposição a questionar o governo”.
As autoridades uruguaias trabalham com a hipótese de a maioria das armas de fogo utilizadas por criminosos foram roubadas de cidadãos. Não há dados oficiais sobre o número armas irregulares no país, mas há cerca de 580 mil armas de fogo registradas.
Fonte: Envolverde
Foto: pachenha
O velho Pepe, o presidente do Uruguai José Mujica, continua a implantar ideias inusitadas para promover grandes mudanças em sua população. Dessa vez, o presidente que legalizou o aborto e o casamento gay, lançou uma campanha de desarmamento diferente.
Conhecida como “Armas para a Vida”, o programa oferece dois benefícios em troca das armas de fogo: uma “ceibalita”, uma espécie de laptop uruguaio, ou uma bicicleta. Segundo o comunicado oficial essas são armas “para a vida”, porque uma dispara o conhecimento, enquanto a outra serve para a saúde física.
Além da campanha, o executivo deve enviar ao Parlamento uruguaio uma nova legislação sobre armas para regularizar os cidadãos que possuem armas irregulares. O texto prevê prisões de um a 12 anos para cidadãos que portam armas não legalizadas. Caso seja aprovada, o a regularização ou entrega dos armamentos deverá ser feita em até seis meses.
Coibição
Segundo o jornal uruguaio El Observador, “a decisão coincide com o avanço – no ano passado e no presente – dos crimes vinculados ao narcotráfico que levaram a oposição a questionar o governo”.
As autoridades uruguaias trabalham com a hipótese de a maioria das armas de fogo utilizadas por criminosos foram roubadas de cidadãos. Não há dados oficiais sobre o número armas irregulares no país, mas há cerca de 580 mil armas de fogo registradas.















Muitas vezes nos colocamos como tão distantes e diferentes daquilo que não queremos ser, mas que no fundo temos ao menos um pouco daquilo que estamos negando. Nas escolas sempre existiu, eu mesmo já sofri bullyng, mas também dei bullyg, e se algum dia essa pessoa a quem eu dei bulling vier a destruir as pessoas, será que eu não terei ao menos algo de responsabilidade sobre isso? Eu creio que sim, pois eu ajudei a construir aquela pessoa. Influenciamos e somos influenciados. Nós formamos o meio e somos formados por ele. O quanto essa reciprocidade em termos de proporção e o tipo de conhecimento que temos e o que nos sensibiliza talvez seja o que define o que vamos ser. Diz o livro do "Pequeno Príncipe" que nos tornamos responsáveis daqueles que cativamos. Mas e o inverso? Será que somos responsáveis pelos que não cativamos, ou melhor pelos que ofendemos, destratamos, ridicularizamos ou humilhamos? Será que não ESTAMOS CRIANDO “MONSTROS” NA CALADA DA NOITE e nós somos estes monstros? A cultura da violência ou cultura da morte está em todo lugar, nas ruas se ouvem palavrões dos mais agressivos de crianças para crianças, e se ouvem músicas que cantam agressividade, machismo, sentimentos de superioridade e egolatria, coisificação do homem e da mulher, relativizam o mal, além de apelo a maldade, ouvi-se todos os dias conversas que adultos não se detém nem diante de crianças que estão brincando ao lado, e ligamos na televisão almoçamos assistindo inertes a programas policiais sensacionalistas que privilegiam os casos de violência, além de vários programas nos horários seguintes que fazem a gente mastigar violência gratuita, assim como os games colocam a violência em evidência sendo você o participante definindo os rumos de seu personagem ou avatar. De casa ao trabalho e do trabalho a casa as pessoas competem até para ver quem senta primeiro no assento do metrô, e o pior é que ainda acham graça, e aí no dia seguinte compram jornais que privilegiam o linguajar violento e debocham das desgraças alheias como o Meia Hora ou O Extra, O Expresso (jornais ditos populares aqui do RJ) para depois chegármos em casa e ver as mesmas notícias no telejornal, que em sua maioria está cheio de violência. E aí ligam a tv para assistir novela e tome mais violência e reprodução de imaginário coletivo, (re)construções de sentimentos coletivos. Não se trata de discutir esse imaginário, mas de apenas simular e reproduzir o mais próximo do real possível,e daí esse ciclo vai se repetindo. O que aconteceu aconteceu nesses dias, mas poderia ter acontecido faz tempos, pois vivemos imersos nessa cultura de violência.