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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

A oração. No olhar fotográfico

A oração. No olhar fotográfico de Carol Leite


Carol Leite tem 24 anos, é jornalista e fotógrafa pernambucana que aceitou nosso convite de fazer imagens que a remetem à prática pessoal da oração. Carol é membro da 1ª Igreja Batista do Recife, PE. “Acredito que fomos todos chamados pra comunicar a graça e é isso que tento fazer quando escrevo e fotografo. O que eu mais amo nessa vida é gente e por isso comunico como gente, sobre gente e para gente”, diz ela.
As fotos de Carol vão ilustrar os boletins Últimas deste mês, na expectativa do novo livro da Ultimato: “A Oração Nossa de Cada Dia, de Carlos Queiroz. Confira abaixo as imagens (que serão adicionadas semanalmente) e a descrição da fotógrafa.

“Ele carrega telhas. E assim vejo a oração: o telhado da casa em construção que sou. Me protege, me guarda, é formado por pequenas telhas. Ora esquecidas ou quebradas, me deixando na chuva e no sol. Quando no lugar, faz de mim mais que uma casa, um lar dEle, de mim e de outros”. (Carol Leite)

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Arte, fé e justiça se encontram num festival

Compartilhando via este blog uma matéria legal do Carlinhos Veiga pela Ultimato.

Arte, fé e justiça se encontram num festival


Acabo de chegar da Inglaterra. Dentre os lugares que eu queria conhecer nessa viagem constava a cidade de Cheltenham Spa, distante duas horas de Londres. Exatamente naqueles dias de agosto acontecia um dos maiores encontros de artes cristãs do mundo, o Greenbelt Festival. Um grande evento que agrega temáticas como Louvor e Adoração, Ecologia, Fé e Justiça, além de estimular a colaboração criativa e parcerias missionárias.
Essa foi a 39ª edição desse festival que reuniu em 2012 cerca de 22 mil participantes. Foi impressionante ver tanta gente junta, de diferentes matizes cristãs, eclesiásticas e missionárias, desde alas mais conservadoras a outras de vanguarda, de diferentes colorações teológicas, num convívio respeitoso e fraterno, algo que anda bem difícil de se ver hoje em dia. Dividiam aquele espaço igrejas conhecidas no Brasil, bem como missões, movimentos e ONGs que também atuam por aqui como Mocidade Para Cristo, Jocum, A Rocha, Interserve, Labri, L’Arche (A Arca), entre inúmeras outras.
A programação acontecia em 22 espaços distintos, simultaneamente. Durante todo o dia eram apresentados inúmeros shows musicais, peças teatrais, comédias, arte circense, mostra de cinema, artes visuais e fotografia, mas também lançamentos de livros seguidos de debates com os autores, palestras, oficinas, entre outras atividades. Alguns desses espaços eram reservados para atividades com crianças.
O maior palco do Greenbelt, o “Main Stage”, era a única estrutura capaz de reunir de uma só vez todos os participantes. Era nele que aconteciam os grandes shows das noites e a celebração da eucaristia – um dos momentos mais significativos do evento. Nesse tempo, realizado no domingo pela manhã, todos paravam suas atividades e se dirigiam ao “palcão”, para a realização desse grande culto.
Talvez você esteja pensando: e a infra-estrutura para receber essa multidão? Onde eles se hospedavam? Onde comiam? E os banheiros para toda essa gente? Esse foi um dos aspectos que mais me impressionou. O evento acontece desde 1999 num hipódromo famoso por receber uma das mais importantes provas de corridas e saltos de cavalos – o Cheltenham Gold Cup. O público do Greenbelt, na sua grande maioria, se hospeda por ali mesmo, em barracas e come nas diversas tendas de duas enormes praças de alimentação instaladas. Ali se vende de tudo: sanduíches, pizzas, frutas, cafés e bares. Alguns outros preferem as estruturas hoteleiras da cidade que fica a pouco mais de 3 quilômetros do local. Vale a pena lembrar que, apesar do Festival acontecer em pleno verão europeu, a chuva pode cair a qualquer momento, como aconteceu nesse ano (veja só esse vídeo). As galochas coloridas e as capas de chuva compõe o cenário do evento. E o público parece não se importar com essas questões. Ao contrário, tudo isso dá um charme a mais.
O Greenbelt é organizado e mantido por um grupo de entidades parceiras, entre elas a Igreja Metodista da Inglaterra, Church Times, Christian Aid e os Greenbelt Angels – um grupo de mantenedores voluntários que se comprometem em contribuir, orar e trabalhar pela realização do evento. Ao todo são mais de 2.000 equipantes envolvidos.
Segundo os organizadores, o Greenbelt não é apenas um evento de entretenimento. É muito mais. Pretende ser um espaço onde as pessoas que por ali passam saiam desejando viver mais, amar mais e promover mais justiça e mais generosidade por meio de suas ações. E, pelo que me pareceu, isso acontece.

Para conhecer mais, assista o vídeo e visite o site.

http://ultimato.com.br/sites/carlinhosveiga/2012/09/12/arte-fe-e-justica-se-encontram-num-festival/

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Deixe o Ecce Homo de Cecília como está!


 
 
Ecce Homo, ou traduzindo, "Eis o Homem", são as palavras, pela Vulgata (Tradução latina), que Pôncio Pilatos teria dito ao apresentar Jesus Cristo flagelado, atado e com a coroa de espinhos perante a multidão hostil para ser tomada a decisão final sobre a sua pessoa, de acordo com o evangelho. João (19.5)
 Ecce Homo é também o nome de uma pintura representando Jesus Cristo pintado pelo artista Elías García Martínez em um dos muros de uma igreja no início do século XIX. Pintura essa que devido a uma "restauração" não tão fiel a pintura ficou conhecida mundialmente recentemente. Tudo porque uma senhora idosa de nome Cecilia Giménez resolveu la e acabou ficando muito, mas muito diferente, considerada até tosca. Tal obra já virou até grafite em muros urbanos. Centenas de pessoas lotaram a igreja com o objetivo de ver a restauração feita por Cecilia Giménez.



Segundo relatos da imprensa uma Equipe iá "re-restaurar" ou "desrestaurar" 'Ecce Homo'. Segundo afirmam 'Teoricamente é possível, mas precisamos ver na prática', disse um especialista.
Do original ao atual.
 
No entanto, o que um olhar mais profundo sobre ela pode dizer?

Se analisármos inteligentemente a obra original e a atual de Cecília "restaurada" veremos uma questão interessante. É bem possível e mais lógico que a figura de Cecília seja mais fiel a imagem verdadeira de Jesus do que a figura original. Isso porque durante muitos anos devido até mesmo a cristianização da Europa surge um Jesus europeu. As antigas obras de arte retratam um Jesus, bem como os santos apóstolos, como pessoas européias. Na verdade tais homens eram judeus, o que logicamente há uma diferença facial entre estes dois povos.

Assim sendo deixem o Ecce Homo de Cecília como está!

Uma boa notícia, parece que o bom senso vai prevalecer. Pela última notícia "a intenção dos restauradores é “retirar” a obra feita pela idosa espanhola e só depois restaurar a pintura original. Em síntese, a equipe de restauradores espanhóis quer preservar as duas obras". A Associação de Moradores do Santuário de Misericórdia de Borja emitiu um comunicado no qual dá "todo o apoio e reconhecimento" a Cecilia Giménez


Jorge TOnnera Jr.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Cidade da Arte. A cidade e a arte.




Pessoal, achei interessante essa foto. Me fez pensar em quanto nossa cidade seria mais humanas se a arte estivesse mais precisente. Lamentávelmente a arte muitas vezes fica restrita a locais fechados. Lembro, que certa vez vi algo falando de lugares em que até os bueiros são expressões artísticas. No entanto, vejam o caso da Barra da Tijuca... praticamente um lugar sem arte nas habitações, sem detalhes. Antigamente os prédios tinham todo um acabamento, detalhes riquíssimos, mas o tempo de cobiça hoje em dia, a relação de trabalho-dominação-espaço-​tempo está tão corrida que as empreiteiras só sabem empilhar um amontoado de tijolos e concretos. A Barra da Tijuca pode ser rica em termos de valores econômicos, mas é miserável em termos culturais, haja visto a americanização lugar.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

O museu das possibilidades

Primeiro museu científico a tratar das possibilidades de construção do futuro, o Museu do Amanhã levará o público a refletir sobre o impacto de suas ações no planeta. Seu conteúdo, concebido com base em uma proposta curatorial inovadora, foi apresentado pela primeira vez nesta quarta-feira (2), no Rio de Janeiro.
 


Além do físico e doutor em cosmologia Luiz Alberto Oliveira, que assina a curadoria, participaram do encontro o diretor artístico Andres Clerici, que falou sobre o design expositivo, e o renomado arquiteto espanhol Santiago Calatrava, que deu detalhes do projeto arquitetônico e suas características sustentáveis.
 


O Museu do Amanhã é uma iniciativa da Prefeitura do Rio de Janeiro e da Fundação Roberto Marinho, com o Banco Santander como Patrocinador Master e o apoio do Governo do Estado, por meio de sua Secretaria do Ambiente, do Governo Federal, por meio da Finep, e da Secretaria dos Portos. "O Museu do Amanhã será o ícone da revitalização da zona portuária do Rio de Janeiro. Vai ficar para a cidade como o Maracanã, os Arcos da Lapa, o Cristo Redentor", disse o prefeito da cidade, Eduardo Paes.
 


O Museu do Amanhã será um museu de ciências diferente. Os museus de ciência atuam normalmente em duas linhas: uns exploram os vestígios do passado (como os de história natural); outros se voltam para evidências e experiências do presente (como os de ciência e tecnologia). O Museu do Amanhã propõe uma terceira via, a de explorar possibilidades. Por meio de ambientes audiovisuais, instalações interativas e jogos, o público será levado a examinar o passado, manipular as várias tendências da atualidade e imaginar futuros possíveis para os próximos 50 anos. Assim, o Museu conduzirá a uma reflexão sobre os sintomas da nova era geológica do Antropoceno, na qual o homem se tornou uma força capaz de alterar o clima, degradar biomas, interferir em ecossistemas.
 


"Nós estamos querendo inventar um novo tipo de museu, que será um lugar para perguntas e explorações de possibilidades, com um conteúdo para desafiar o pensamento; uma arte para envolver novos sentidos e uma cultura para provocar novas emoções. Todo museu tem coleções, o Museu do Amanhã vai colecionar possibilidades de futuro. A filosofia do Museu do Amanhã é que o amanhã é hoje e está sendo construído por todos nós", explicou o secretáriogeral da Fundação Roberto Marinho, Hugo Barreto.
 


Para estruturar o conteúdo do Museu, Luiz Alberto Oliveira - que, na fase de concepção curatorial, trabalhou em parceria com o jornalista e professor de cultura brasileira Leonel Kaz - explorou três eixos narrativos. O primeiro é o da polaridade entre as Ciências Cósmicas (que lidam com sistemas demasiado grandiosos ou diminutos) e as Ciências Terrestres (todas as demais, incluindo a Biologia e as Humanidades). O segundo eixo aborda três dimensões da existência terrestre: a história das formações da Matéria; os desdobramentos da organização da Vida e a emergência do Pensamento. Estes domínios serão explorados segundo quatro grandes tendências que, em escala planetária, definirão nosso futuro comum: as mudanças climáticas, o aumento da população e da longevidade; a crescente integração econômica, social e comunicacional; e a multiplicação e diversificação dos artefatos, paralela ao decréscimo dos biomas. O terceiro eixo, enfim, enfatiza o comportamento humano e a Ética. Duas grandes diretrizes, a da sustentabilidade e a da convivência, deverão nortear o percurso.

"O amanhã é uma construção coletiva e pessoal, é reflexo de escolhas que fazemos cotidianamente. O Museu do Amanhã será um espaço para pensarmos sobre como viveremos no mundo e como viveremos uns com os outros", afirmou o curador Luiz Alberto Oliveira.
 


"Pretendemos mostrar uma visão humanística do amanhã, pois este é um museu de ideias. As experiências propostas aos visitantes farão com que ele se sinta parte de um todo", complementou o diretor artístico Andres Clerici. O designer americano Ralph Appelbaum assina a concepção museográfica.
 


Como uma das âncoras do Projeto Porto Maravilha, o Museu do Amanhã será erguido no Píer Mauá, em meio a uma grande área verde. Serão cerca de 30 mil m², com jardins, espelhos d'água, ciclovia e área de lazer. O prédio terá 15 mil m² e arquitetura sustentável. O projeto arquitetônico, concebido por Calatrava, prevê a utilização de recursos naturais do local - como, por exemplo, a água da Baía de Guanabara, que será utilizada na climatização do interior do Museu e reutilizada no espelho d´água. No telhado da construção, grandes estruturas de aço, que se movimentam como asas, servirão de base para placas de captação de energia solar. Com isso, o Museu do Amanhã vai buscar a certificação Leed (Liderança em Energia e Projeto Ambiental), concedida pelo Green Building Council (USGBC).
 


"Um passeio ao redor do Museu será uma lição de sustentabilidade, de botânica, uma aula do que significa energia solar'", explicou Calatrava. "O edifício será como um organismo e vai se relacionar diretamente com a paisagem do entorno".
 


A construção do Museu do Amanhã está incluída no conjunto de obras da prefeitura realizadas pelo Consórcio Porto Novo, através da maior Parceria Público-Privada (PPP) do País. Assim como as demais intervenções do Porto Maravilha, o projeto orçado em R$ 215 milhões será custeado pela venda dos CEPACs (Certificados de Potencial Adicional de Construção) - sem recursos do tesouro municipal. O Museu conta ainda com investimento de R$ 65 milhões do Banco Santander, seu patrocinador. A inauguração está prevista para 2014.

(Ascom da Prefeitura do Rio de Janeiro)



Obras de Murat serão expostas no Galpão das Artes Urbanas a partir de 17 de maio

O Galpão das Artes da Comlurb inaugura, a partir de 17 de maio a noite a exposição Murat, de Heitor Luiz Murat. O artista plástico trabalha com arte digital, utilizando-se de softwares antigos mesclado-os com mais modernos para assim fazer belíssimos trabalhos digitais. A exposição, com entrada gratuita, pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 10h às 17h, no Galpão das Artes Urbanas Helio Pellegrino (Rua PadreLeonel Franca s/nº  Gávea), até o dia 30de junho. Suas obras buscam um outro olhar, utilizando softwares antigos aumentando o ciclo de vida útil dos mesmos, assim, promovendo a redução do lixo eletrônico, que é o efeito colateral da revolução de alta tecnologia. O cyber artista que é pioneiro em arte informatizada já expôs suas obras em mais de dez países, dentre eles na Inglaterra pelo circuito universitário, e ganhou diversos prêmios nacionais e internacionais como a Medalha Joaquim Nabuco e a Medalha Antônio Parreiras, prêmios dedicados a grandes personalidades em destaque no meio Acadêmico Artístico e Cultural.

Heitor Murat é professor inativo da Universidade Federal Fluminense e pós-doutor em psicologia de organizações com formação em consultoria na IBM. Carioca, cresceu na Lagoa, bairro da Zona sul da cidade do Rio de Janeiro.

De:
http://www.rio.rj.gov.br/web/guest/exibeconteudo?article-id=2816833

sábado, 7 de janeiro de 2012

As cidades eletrônicas - Arte do lixo eletrônico

Um trabalho muito interessante dada a capacidade de assemelhar esteticamente e funcionalmente as cidades em relação a eletrônica. Além de tudo a arte como sempre revela-se como forma muito criativa de aproveitar coisas que se tornariam lixo. Pode ser também uma crítica a massiva produção de lixo eletrônico nas cidades.




terça-feira, 29 de novembro de 2011

Alice no País de Salvador DAlí.


Você já imaginou alguma vez se Salvador Dalí tem algo em comum com a obra literária "Alice no País das Maravilhas"? Pois de qualquer forma recentemente descobri isso. Existem 12 ilustrações a guache que o pintor fez em 1969 para uma edição especial de Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll. Cada pintura se refere a um capítulo do livro. Vale a pena ver através do olhar surreal essa obra que de fato tem tudo a ver ao meu modo de ver com o surrealismo. Veja mais no site Omelete. Fonte: http://omelete.uol.com.br/quadrinhos/veja-pinturas-de-salvador-dali-para-alice-no-pais-das-maravilhas/

quinta-feira, 17 de março de 2011

Do lixo extraordinário ao extraordinário consumo

O dia do consumidor passou (até pra isso inventam data comemorativa), foi nessa semana, mas fica a questão do lixo.

Assisti o Documentário "Lixo Extraordinário", de Vik Muniz, na empresa em que trabalho, bem antes de estrear no cinema e do Oscar. Quem ainda não assistiu, adianto que vale a pena. É o tipo de documentário que dá vontade de querer saber e ver mais após o término.

O documentário começa e termina com uma parte do Programa do Jô. O apresentador convida o artista Vik Muniz para falar da sua arte.
A história dos catadores com a arte que advém do subjetivo desuso e conceito da inutilidade é uma junção muito feliz.

A vida de fato surge dos rejeitos. Se formos reparar como a natureza funciona é necessário a existência dos resíduos para a continuidade da matéria viva. Quando uma planta nasce ela necessitou de resíduos que se tornaram nutrientes do solo, e quando esta morrer se tornará resíduo capaz de manter uma outra planta. No caso do Lixo extraordinario, de fato é o que aconteceu. Famílias brotaram daquele aterro, a partir dos resíduos. Muitas vezes eles que se confundiram com o lixo agoram são a arte.
O documentário termina parecido como começou...com o Programa do Jô, porém dessa vez o convidado é um dos catadores. O apresentador faz a saudação apresentando o Tião Santos como catador de lixo, e este faz uma pausa pedindo licença, e conserta o que o Jô disse: "Não somos catadores de lixo. Nós catamos materiais recicláveis"...e o filme termina assim.
Bom, embora o centro do filme seja o catador, muito mais que o lixo, o que é formidável, haja visto que quem gerou o lixo foi o homem e o catador ali representa as possibilidades do homem lidar com o lixo de outros homens, lidar com a recusa de outros homens e a manutenção e continuidade da vida, o filme é o retrato do dilema homem x resíduos de seu consumo moderno e dessa convivência num mundo de desperdícios e de cada dia lutar pelo consumo do seu pão de cada dia.
Ir até o Aterro Sanitário é ver o caminho inverso do nosso consumo e perceber que o que consumimos talvez seja muito para nós, ou pelo menos para uma parte da civilização que consome demais, ao contrário de outros.
Esta foi a obra de arte que mais gostei no documentário.

domingo, 4 de julho de 2010

Vida...palavra bonita e cheia de realidades e conexões


Boa noite!
Começo este blog.
Neste momento não sei bem o que escrever.
Mas quero muito falar dos meus pontos de vista compartilhando com outros que possam entender ou discordar, mas acima de tudo trocar pensamentos. Isso é importante, sabe...
Estarei postando principalmente meus textos de ecologia sob a ótica da novidade de vida, mas também sobre os mais diversos temas como política, economia, filosofia, música, desenhos, diversão em geral, arte, viagem etc, que no fim chegaremos a perspectiva da Novidade de Vida.
Mas afinal de contas o que é esta tal Novidade de Vida?
Bem, novidade de vida é uma expressão usada pelo apóstolo Paulo, o discípulo de Jesus Cristo que levava as Boas Notícias (evangelho significa boas novas), sobretudo ao mundo não judaico. Tal expressão "Novidade de Vida" se refere ao fato de que a partir do entendimento da realidade Jesus Cristo a pessoa passava a ter uma nova idéia da vida, uma nova perspectiva a respeito de tudo, pois o amor e a esperança abrem portas, produzindo uma emancipação humana, mentalmente falando e sobretudo espiritualmente. Passa a ser uma nova vida que por si só é uma novidade, mas não uma vida qualquer, e sim uma vida em Cristo, o qual é a Ressurreição e a Vida. O mundo já não é visto do mesmo jeito, a morte também não, os relacionamentos são melhor compreendidos, e compreendidos de maneira profunda, e não superficialhá, uma nova lógica, e o desafio de se viver é dividido com o outro, o apocalipse é esperança e vitória, a Babilônia/Roma já não tem domínio, o sistema foi desmascarado, a vida passa a ter sentido, e por aí vai...

Ainda é importante falar que o principal assunto aqui é a ecologia, pois numa perspectiva profunda esta ciência que é a ciência de estudo da Casa-planeta (ECO=casa/LOGIA=estudo) é antes de tudo a ciência das relações, e ninguém melhor do que Jesus Deus, que cria habitações (Casas) e reconcilia relações (Deus - comigo, eu-comigo, eu com o próximo [contigo], eu com a criação [demais seres vivos e o ambiente físico], a criação com a criação [seres contra seres] ), para dar uma ótica melhor sobre tais relações.

É isso aí, pessoal
Estamos aí

Na paz de Jesus!
Aloha!
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