Em meados dos anos 90, antes do grande sucesso de As Crônicas de Narnia terem chegado ao público brasileiro, Caio Fábio citou certa vez durante uma pregação ao ar livre para uma multidão, falando da referencia de Aslan como Jesus e a lei do amor que rompe o grilhão da morte.
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=UH4-hSBys8Y
abraços
jorge
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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
O evangelho, segundo o Rappa
A minha alma tá armada e apontada
Para cara do sossego!
(Sêgo! Sêgo! Sêgo! Sêgo!)
Pois paz sem voz, paz sem voz
Não é paz, é medo!
(Medo! Medo! Medo! Medo!)
As vezes eu falo com a vida,
As vezes é ela quem diz:
"Qual a paz que eu não quero conservar
Pra tentar ser feliz ?" 2x
A minha alma tá armada e apontada
Para a cara do sossego!
(Sêgo! Sêgo! Sêgo! Sêgo!)
Pois paz sem,paz sem voz,
Não é paz é medo
(Medo! Medo! Medo! Medo!)
As vezes eu falo com a vida,
As vezes é ela quem diz:
''Qual a paz que eu não quero conservar
Pra tentar ser feliz ?'' 2x
As grades do condomínio
São prá trazer proteção
Mas também trazem a dúvida
Se é você que tá nessa prisão
Me abrace e me dê um beijo,
Faça um filho comigo,
Mas não me deixe sentar na poltrona
No dia de domingo (domingo!)
Procurando novas drogas de aluguel
Neste vídeo coagido,
É pela paz que eu não quero seguir admitindo.
As vezes eu falo com a vida,
As vezes é ela quem diz:
‘’Qual a paz que eu não quero conservar
Pra tentar ser feliz ?’’ 2x
As grades do condomínio
São prá trazer proteção
Mas também trazem a dúvida
Se é você que tá nessa prisão
Me abrace e me dê um beijo,
Faça um filho comigo,
Mas não me deixe sentar na poltrona
No dia de domingo (domingo!)
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Neste vídeo coagido,
É pela paz que eu não quero seguir admitindo. 2x
Me abrace e me dê um beijo,
Faça um filho comigo,
Mas não me deixa sentar na poltrona
No dia de domingo! (domingo!)
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Neste vídeo coagido,
É pela paz que eu não quero seguir admitido. 2x
É pela paz que eu não quero seguir
É pela paz que eu não quero seguir
É pela paz que eu não quero seguir admitido. 2x
Para assistir o premiado vídeoclipe:
http://letras.mus.br/o-rappa/28945/
Para cara do sossego!
(Sêgo! Sêgo! Sêgo! Sêgo!)
Pois paz sem voz, paz sem voz
Não é paz, é medo!
(Medo! Medo! Medo! Medo!)
As vezes eu falo com a vida,
As vezes é ela quem diz:
"Qual a paz que eu não quero conservar
Pra tentar ser feliz ?" 2x
A minha alma tá armada e apontada
Para a cara do sossego!
(Sêgo! Sêgo! Sêgo! Sêgo!)
Pois paz sem,paz sem voz,
Não é paz é medo
(Medo! Medo! Medo! Medo!)
As vezes eu falo com a vida,
As vezes é ela quem diz:
''Qual a paz que eu não quero conservar
Pra tentar ser feliz ?'' 2x
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São prá trazer proteção
Mas também trazem a dúvida
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Me abrace e me dê um beijo,
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Mas não me deixe sentar na poltrona
No dia de domingo (domingo!)
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As vezes eu falo com a vida,
As vezes é ela quem diz:
‘’Qual a paz que eu não quero conservar
Pra tentar ser feliz ?’’ 2x
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São prá trazer proteção
Mas também trazem a dúvida
Se é você que tá nessa prisão
Me abrace e me dê um beijo,
Faça um filho comigo,
Mas não me deixe sentar na poltrona
No dia de domingo (domingo!)
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É pela paz que eu não quero seguir admitindo. 2x
Me abrace e me dê um beijo,
Faça um filho comigo,
Mas não me deixa sentar na poltrona
No dia de domingo! (domingo!)
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É pela paz que eu não quero seguir admitido. 2x
É pela paz que eu não quero seguir
É pela paz que eu não quero seguir
É pela paz que eu não quero seguir admitido. 2x
Para assistir o premiado vídeoclipe:
http://letras.mus.br/o-rappa/28945/
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
É (Planta e Raiz)
É Preciso Perdoar
(Planta e Raiz)
Tempo vem para me ensinar
O que o meu pai não me ensinou
Leva essa magoa embora
Se voce tem um grande amor
E esse alguem não lhe perdoou
Dê tempo pra ela agora
Mais não deixa ela partir
Não deixe ela escapar
Deixe o tempo reagir
Deixe o tempo atuar
Ela não vai resistir
Ela vai se entregar
E se não se decidir
Só vai ter tempo pra chorar
Abra o coração pra esse amor
Perdão faz bem pra vida inteira
Escute a música pelo link: http://www.youtube.com/watch?v=b6x0Z1KRFy8
O que o meu pai não me ensinou
Leva essa magoa embora
Se voce tem um grande amor
E esse alguem não lhe perdoou
Dê tempo pra ela agora
Mais não deixa ela partir
Não deixe ela escapar
Deixe o tempo reagir
Deixe o tempo atuar
Ela não vai resistir
Ela vai se entregar
E se não se decidir
Só vai ter tempo pra chorar
Abra o coração pra esse amor
Perdão faz bem pra vida inteira
Escute a música pelo link: http://www.youtube.com/watch?v=b6x0Z1KRFy8
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Deixe o Ecce Homo de Cecília como está!
Ecce Homo, ou traduzindo, "Eis o Homem", são as palavras, pela Vulgata (Tradução latina), que Pôncio Pilatos teria dito ao apresentar Jesus Cristo flagelado, atado e com a coroa de espinhos perante a multidão hostil para ser tomada a decisão final sobre a sua pessoa, de acordo com o evangelho. João (19.5)
Ecce Homo é também o nome de uma pintura representando Jesus Cristo pintado pelo artista Elías García Martínez em um dos muros de uma igreja no início do século XIX. Pintura essa que devido a uma "restauração" não tão fiel a pintura ficou conhecida mundialmente recentemente. Tudo porque uma senhora idosa de nome Cecilia Giménez resolveu la e acabou ficando muito, mas muito diferente, considerada até tosca. Tal obra já virou até grafite em muros urbanos. Centenas de pessoas lotaram a igreja com o objetivo de ver a restauração feita por Cecilia Giménez.
Segundo relatos da imprensa uma Equipe iá "re-restaurar" ou "desrestaurar" 'Ecce Homo'. Segundo afirmam 'Teoricamente é possível, mas precisamos ver na prática', disse um especialista.
![]() |
| Do original ao atual. |
Se analisármos inteligentemente a obra original e a atual de Cecília "restaurada" veremos uma questão interessante. É bem possível e mais lógico que a figura de Cecília seja mais fiel a imagem verdadeira de Jesus do que a figura original. Isso porque durante muitos anos devido até mesmo a cristianização da Europa surge um Jesus europeu. As antigas obras de arte retratam um Jesus, bem como os santos apóstolos, como pessoas européias. Na verdade tais homens eram judeus, o que logicamente há uma diferença facial entre estes dois povos.
Assim sendo deixem o Ecce Homo de Cecília como está!
Uma boa notícia, parece que o bom senso vai prevalecer. Pela última notícia "a intenção dos restauradores é “retirar” a obra feita pela idosa espanhola e só depois restaurar a pintura original. Em síntese, a equipe de restauradores espanhóis quer preservar as duas obras". A Associação de Moradores do Santuário de Misericórdia de Borja emitiu um comunicado no qual dá "todo o apoio e reconhecimento" a Cecilia Giménez
Jorge TOnnera Jr.
domingo, 8 de abril de 2012
A ressurreição como insurreição
07/04/2012
Há uma questão da existência social do ser humano que atormenta o espírito e para a qual a ressurreição do Crucificado pode trazer um raio de luz: que sentido tem a morte violenta dos que tombaram pela causa da justiça e da liberdade? Que futuro têm aqueles proletários, camponeses, índios, sequestrados, torturados, assassinados pelos órgãos de segurança dos regimes despóticos e totalitários, como os nossos da América Latina, em fim, os anônimos que historicamente foram trucidados por reivindicarem seus direitos e a liberdade para si e para toda uma sociedade?
Geralmente a história é contada pelos que triunfaram e na perspectiva de seus interesses. A nossa, a brasileira, foi escrita pela mão branca. Só com o historiador mulato Capistrano de Abreu apareceu a mão negra e mulata. O sofrimento dos vencidos quem o honrará? Seus gritos caninos que sobem ao céus quem os escutará?
A ressurreição de Jesus pode nos oferecer alguma resposta. Pois, quem ressuscitou foi um destes derrotados e crucificados, Jesus, feito servo sofredor e condenado à vergonha da crucificação.
Quem ressuscitou não foi um César no auge de sua glória, nem um general no apogeu de seu poderio militar, nem um sábio na culminância de sua fama, nem um sumo-sacerdote com perfume de santidade. Quem ressuscitou foi um Crucificado, executado fora dos muros da cidade, como lembra a Carta aos Hebreus, quer dizer, na maior exclusão e infâmia social.
Mas foi ele que herdou as primícias da vida nova. Pois a ressurreição não é a reanimação de um cadáver como aquele de Lázaro. A ressurreição é a floração plena de todas as virtualidades latentes dentro de cada ser humano. Ela revela o sentido terminal da vida: a irradiação suprema do “homo absconditus” (o humano escondido) que agora se faz o “homo revelatus”(o humano revelado).
A ressurreição de Jesus mostrou que Deus tomou o partido dos vencidos. O algoz não triunfa sobre sua vítima. Deus ressuscitou a vítima e com isso não defraudou nossa sede por um mundo finalmente justo e fraterno que coloca a vida no centro e não o lucro e os interesses dos poderosos. Só ressuscitando os vencidos, fazemos justiça a eles e lhes devolvemos a vida roubada, vida agora transfigurada. Sem essa reconciliação com o passado perverso, a história permaneceria um enigma e até um absurdo.
Os injustamente executados voltarão, com a bandeira branca da vida. O verdadeiro sentido da ressurreição se mostra como insurreição contra as injustiças deste mundo que condena o justo e dá razão ao criminoso.
Agora pode começar uma nova história, com um horizonte aberto para um futuro promissor para a vida, para a sociedade e para a Terra. Dizem historiadores que o mundo antigo não conhecia o sorriso. Mostrava a gargalhada do deus Baco ou o riso maldoso do deus Pan. O sorriso, comentam, foi introduzido pelo Cristianismo por causa da alegria da Ressurreição. Só pode sorrir verdadeiramente quando se exorcizou o medo e se sabe que a grande palavra final é vida e não morte. O sorriso, portanto, é filho da Ressurreição que celebra a vitória da vida sobre a morte, testemunha o encantamento sobre a frustração e proclama o amor incondicional sobre a indiferença e o ódio.
Este fato é religioso é somente acessível mediante a ruptura da fé. Admitindo que a ressurreição realmente aconteceu intra-historicamente, então seu significado transcende o campo religioso. Ganha uma dimensão existencial, social e cósmica. Na expressão de Teilhard de Chardin, a ressurreição configura um “tremendous” de dimensões evolucionárias, pois representa uma revolução dentro da evolução.
Se o Cristianismo tem algo singular a testemunhar, então é isso: a ressurreição como uma antecipação do fim bom do universo e a irrupção dentro da história ainda em curso do “novissimus Adam” como São Paulo chama a Cristo: o “Adão novíssimo”. Portanto, não é a saudade de um passado mas a celebração de um presente.
Depois disso, cabe apenas se alegrar, festejar, ir pelos campos para abençoar os solos e as semeaduras como o faz ainda hoje Igreja Ortodoxa na manhã de Páscoa.Entoemos, pois, o Aleluia da vida nova que se manifestou dentro do velho mundo.
Leonardo Boff é autor A nossa ressurreição na morte (Vozes).
Geralmente a história é contada pelos que triunfaram e na perspectiva de seus interesses. A nossa, a brasileira, foi escrita pela mão branca. Só com o historiador mulato Capistrano de Abreu apareceu a mão negra e mulata. O sofrimento dos vencidos quem o honrará? Seus gritos caninos que sobem ao céus quem os escutará?
A ressurreição de Jesus pode nos oferecer alguma resposta. Pois, quem ressuscitou foi um destes derrotados e crucificados, Jesus, feito servo sofredor e condenado à vergonha da crucificação.
Quem ressuscitou não foi um César no auge de sua glória, nem um general no apogeu de seu poderio militar, nem um sábio na culminância de sua fama, nem um sumo-sacerdote com perfume de santidade. Quem ressuscitou foi um Crucificado, executado fora dos muros da cidade, como lembra a Carta aos Hebreus, quer dizer, na maior exclusão e infâmia social.
Mas foi ele que herdou as primícias da vida nova. Pois a ressurreição não é a reanimação de um cadáver como aquele de Lázaro. A ressurreição é a floração plena de todas as virtualidades latentes dentro de cada ser humano. Ela revela o sentido terminal da vida: a irradiação suprema do “homo absconditus” (o humano escondido) que agora se faz o “homo revelatus”(o humano revelado).
A ressurreição de Jesus mostrou que Deus tomou o partido dos vencidos. O algoz não triunfa sobre sua vítima. Deus ressuscitou a vítima e com isso não defraudou nossa sede por um mundo finalmente justo e fraterno que coloca a vida no centro e não o lucro e os interesses dos poderosos. Só ressuscitando os vencidos, fazemos justiça a eles e lhes devolvemos a vida roubada, vida agora transfigurada. Sem essa reconciliação com o passado perverso, a história permaneceria um enigma e até um absurdo.
Os injustamente executados voltarão, com a bandeira branca da vida. O verdadeiro sentido da ressurreição se mostra como insurreição contra as injustiças deste mundo que condena o justo e dá razão ao criminoso.
Agora pode começar uma nova história, com um horizonte aberto para um futuro promissor para a vida, para a sociedade e para a Terra. Dizem historiadores que o mundo antigo não conhecia o sorriso. Mostrava a gargalhada do deus Baco ou o riso maldoso do deus Pan. O sorriso, comentam, foi introduzido pelo Cristianismo por causa da alegria da Ressurreição. Só pode sorrir verdadeiramente quando se exorcizou o medo e se sabe que a grande palavra final é vida e não morte. O sorriso, portanto, é filho da Ressurreição que celebra a vitória da vida sobre a morte, testemunha o encantamento sobre a frustração e proclama o amor incondicional sobre a indiferença e o ódio.
Este fato é religioso é somente acessível mediante a ruptura da fé. Admitindo que a ressurreição realmente aconteceu intra-historicamente, então seu significado transcende o campo religioso. Ganha uma dimensão existencial, social e cósmica. Na expressão de Teilhard de Chardin, a ressurreição configura um “tremendous” de dimensões evolucionárias, pois representa uma revolução dentro da evolução.
Se o Cristianismo tem algo singular a testemunhar, então é isso: a ressurreição como uma antecipação do fim bom do universo e a irrupção dentro da história ainda em curso do “novissimus Adam” como São Paulo chama a Cristo: o “Adão novíssimo”. Portanto, não é a saudade de um passado mas a celebração de um presente.
Depois disso, cabe apenas se alegrar, festejar, ir pelos campos para abençoar os solos e as semeaduras como o faz ainda hoje Igreja Ortodoxa na manhã de Páscoa.Entoemos, pois, o Aleluia da vida nova que se manifestou dentro do velho mundo.
Leonardo Boff é autor A nossa ressurreição na morte (Vozes).
quinta-feira, 8 de março de 2012
O anúncio da Ressurreição de Jesus, um assunto de mulheres?
Esse texto copiado da fonte: http://www.ihu.unisinos.br/noticias/507261-o-anuncio-da-ressurreicao-de-jesus-um-assunto-de-mulheres merece ser reproduzido com fidelidade e muito carinho. A mulher tem um papel muito rico na história bíblico, muito embora a presença masculina seja mais nítida e recorrente. Nada disso se trata de concorrer um com o outro, mas cada ser possui uma participação diferenciada. Eu como admirador da mulher em sua capacidade e força bem como da sua estética sei que elas tiveram grande honra e mérito de anunciar além do fato de ser a portadora do ventre santo do Verbo encarnado ao mundo físico também pôde declarar primeiro: O MESTRE RESSUCITOU. ELE ESTÁ VIVO!
O anúncio da Ressurreição de Jesus, um assunto de mulheres?
O Comité de la Jupe (Comitê da Saia), que quer promover um lugar justo para as mulheres na Igreja católica, sugere às paróquias o enriquecimento da liturgia da Páscoa através da redescoberta de um rito antigo, aquele da visita de mulheres ao túmulo na madrugada da Páscoa. Uma maneira de recordar a grande contribuição das mulheres para o anúncio da ressurreição.A reportagem é de Jean Mercier e publicada no sítio da revista francesa La Vie, 06-03-2012. A tradução é do Cepat.
“E se este ano as mulheres anunciassem a Ressurreição?” O Comité de la Jupe, criado em 2008 para promover um lugar justo das mulheres na Igreja católica, propõe enriquecer a liturgia do Tríduo Pascal através da redescoberta de um rito antigo, aquele da visita ao túmulo na madrugada da manhã da Páscoa. A proposta consiste em convidar as mulheres para se aproximarem do altar no seio da liturgia da Páscoa, a fim de anunciar as frases que, no Evangelho, anunciam a Ressurreição: “a morte foi derrotada, o crucificado ressuscitou!”.
Para o Comitê fundado por Anne Soupa e Christine Pédotti, trata-se de renovar com a visitatio sepulchri, uma prática medieval em outros tempos abandonada, que consiste em reproduzir os atos e as palavras das “santas mulheres” que foram ao túmulo e que foram as primeiras testemunhas da ressurreição de Cristo...
A cena é representada em muitos ícones ortodoxos, a partir do tema das mulheres “myrrhophores”, que foram até ele para levar pomadas para o embalsamento do corpo de Jesus, e que se encontram com um anjo que lhes anuncia que Cristo ressuscitou. Este rito, que se propagou a partir do século X na Europa, tinha dado origem a “encenações de natureza teatral”, às vezes, resultando em desvios, de sorte que o Concílio de Trento acabou com esta prática.
O Comité da la Jupe quer reintroduzir o rito de maneira mais simples a partir de um intercâmbio falado de grande sobriedade, pedindo um gesto que “não precisa de nenhuma competência específica. Bastam três paroquianas”. O Comitê advertiu contra qualquer “adorno teatral”, e salienta “que é fundamental não tentar construir um espetáculo de tipo narrativo, que pode ser motivo de distração”. Propõe utilizar o espaço litúrgico e centrar o rito sobre o altar, que representa o túmulo de Cristo. Os panos do altar simbolizam os panos que envolveram o corpo de Jesus.
O Comitê sugere que esse rito aconteça na manhã da Páscoa, uma vez que a Vigília do Sábado Santo já é bastante carregada. Esta iniciativa é, segundo o Comitê, “um gesto concreto” para reconhecer “o justo lugar” das mulheres na Igreja. O Comitê lança esta iniciativa em conjunto com a Ação Católica das Mulheres, parceira nesta festa da Páscoa de 2012. O dominicano André Gouzes se associa a esta renovação: “Alegro-me com o fato de que um dos rituais mais antigos da liturgia pascal esteja ganhando vida novamente e que valoriza a parte das mulheres na ação ritual da proclamação da Páscoa. Ao mostrar as riquezas infinitas da nossa liturgia cristã, a partir das suas fontes, pode fazer surgir novidades”.
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Documentário: Reze Para o Diabo Voltar Ao Inferno, inspirado em Leymah Gbowee
Essa dica eu li no site Cinema Cristão. http://www.cinecristao.com/2011/12/documentario-reze-para-o-diabo-voltar.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+blogspot%2FzJyHg+%28Cinema+Crist%C3%A3o%29
Título Original: Pray the Devil Back to Hell
Direção: Gini Reticker
Gênero: Documentário
Duração: 72 min.
Origem: EUA
Tipo: Longa
Ano:2008
Assista o trailer Reze Para o Diabo Voltar Ao Inferno (s/legenda)
O documentário "Reze Para o Diabo Voltar Ao Inferno" conta a história da assistente social cristã, que professa a fé Luterana, Leymah Gbowee, ganhadora do prêmio nobel da paz em 2011. Ela organizou um movimento de mulheres que lutam pela paz na Libéria, no período de guerra Civil. Leymah foi inspirada em um sonho, onde Deus havia dito: "Reúna as mulheres e ore pela paz!" ela conta que ela e duas mulheres que trabalhavam na igreja Luterana, incluindo uma respeitada evangelista chamada Irmã Esther, estavam em seu sonho. A ativista conseguiu juntar em seu movimento mulheres muçulmanas e cristãs para lutar pacificamente pelo seu país para o fim da guerra e pelos direitos das mulheres. Em 2003 o movimento Women of Liberia Mass Action for Peace tiveram um papel de destaque na renúncia do Presidente Taylor e na transação de reconciliação da Libéria . Infelizmente o Cinema Cristão não encontrou o filme em DVD para venda no Brasil, mas ele já foi exibido por aqui no Festival Internacional de São Paulo em 17 de outubro de 2008. Leia a ficha técnica:
Sinopse: O documentário acompanha a trajetória de corajosas mulheres que lutam pela paz na Libéria, nação africana que sofre por anos de guerra civil. Combinando entrevistas e imagens de arquivos, o longa conta as memórias dessas mulheres.
Sinopse: O documentário acompanha a trajetória de corajosas mulheres que lutam pela paz na Libéria, nação africana que sofre por anos de guerra civil. Combinando entrevistas e imagens de arquivos, o longa conta as memórias dessas mulheres.
Título Original: Pray the Devil Back to Hell
Direção: Gini Reticker
Gênero: Documentário
Duração: 72 min.
Origem: EUA
Tipo: Longa
Ano:2008
Assista o trailer Reze Para o Diabo Voltar Ao Inferno (s/legenda)
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Reze para o diabo voltar ao inferno
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Nas barricadas e de túnica: Jesus contra Wall Street
Essa história é no mínimo o que Jesus esperaria dos que o seguem, em espírito e em verdade. É o que ele espararia dos seus 12 apóstolos enquanto com ele. È o que ele faria e chocaria os fariseus e governantes. Leia com os olhos do evangelho, pois só com eles se entende a sociologia profunda.
"O Jesus dos pobres e dos necessitados que eu amo estaria hoje entre os manifestantes do Occupy Wall Street. Ou na prisão". Por telefone, de Rye, a cidade a 35 quilômetros a nordeste de Manhattan, onde ele vive com a sua esposa mezzosoprano Brook, a voz do reverendo George E. Packard, veterano do Vietnã e bispo episcopal aposentado, chega tênue e cansada.
A reportagem é de Alessandra Farkas, publicada no jornal Corriere della Sera, 19-12-2011. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
Há dias, Packard trabalhava para encontrar um compromisso entre a Igreja Episcopal Trinity Church, em Wall Street, e os líderes do movimento Occupy Wall Street, que pediam para usar um lote da propriedade da igreja como nova base de operações na era pós-Zuccotti Park. Mas, além de negar a permissão, os responsáveis pela Trinity chamaram a polícia, que prendeu 55 pessoas lideradas por Packard (dez delas, expoentes do clero), que invadiram a cerca e "ocuparam" o lote proibido.
"Fomos liberados à meia-noite, depois de nove horas na cela", disse o prelado. "O New York Police Department tem duas almas. Uma pró-Occupy, como a do policial que, ao me algemar, pediu desculpas porque, embora compartilhando o meu gesto, foi obrigado a me prender. A segunda, gratuitamente violenta, que empurra jovens policiais enfurecidos a agredir seus coetâneos, réus por protestar pacificamente, como nos ensinou Martin Luther King".
Até algum tempo atrás, Packard era conhecido como o capelão do Exército dos EUA, sempre pronto para ir às zonas "quentes" do planeta, da Bósnia ao Iraque, para levar conforto aos militares traumatizados pela guerra. "Eu combati no Vietnã como oficial da Primeira Divisão de Infantaria", explica Packard. "Voltei para casa em 1970, com uma Estrela de Prata e duas medalhas de bronze no peito, mas também com um distúrbio pós-traumático de estresse, que me condenou a décadas de psicoterapia e fortes remédios antidepressivos".
Depois de 12 meses de retiro espiritual, em 1971, ele entrou para o Virginia Theological Seminary, onde se graduou em 1974, decidido dedicar sua vida aos outros. O seu compromisso com o movimento começou no fim de setembro. "Uma noite, fui preso ao tentar levar água aos manifestantes: pessoas maravilhosas, acredite em mim, apaixonadas e idealistas, mas também focadas e concretas. Você percebe? Maltratado e algemado porque dei de beber aos sedentos, como ordena o Evangelho".
A frustração de Packard, nascido em 1944 em New Rochelle, em uma rica família de origem inglesa, é palpável. "A miopia das autoridades eclesiásticas é incrível. A Igreja Protestante está morrendo, e o número dos seus fiéis está no mínimo histórico. Abrir os braços a esses jovens que pedem ajuda seria oportuno, além de justo".
"A Trinity Church é a instituição religiosa mais rica dos Estados Unidos, com bens de mais de 10 milhões de dólares", afirma. "A maior parte dos imóveis ao sul do Canal Street, em Manhattan, são seus". Packard é a prova viva de como, depois das expulsões, o movimento está vivo e em pleno vigor. "Recebemos o apoio do arcebispo Desmond Tutu, e – por meio do Occupy Faith – padres, rabinos, pastores protestantes e imãs estão ajudando esses corajosos jovens, decididos a pôr um fim à profunda injustiça de sociedades que defendem os ricos e fazem guerra contra os seus pobres".
Por telefone, a sua voz agora soa alegre e otimista: "Recém acabei de ler The Swerve: How the World Became Modern, de Stephen Greenblatt, sobre como, durante a Idade Média, a única ilha de civilização, reflexão e divergência eram os ricos mosteiros beneditinos. Se estamos aqui protestando hoje, também é graças a eles. Mas os burocratas da Trinity Church não entendem isso".
Fonte: http://www.ihu.unisinos.br/noticias/505203-nas-barricadas-e-de-tunica-jesus-contra-wall-street
Nas barricadas e de túnica: Jesus contra Wall Street
A reportagem é de Alessandra Farkas, publicada no jornal Corriere della Sera, 19-12-2011. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
Há dias, Packard trabalhava para encontrar um compromisso entre a Igreja Episcopal Trinity Church, em Wall Street, e os líderes do movimento Occupy Wall Street, que pediam para usar um lote da propriedade da igreja como nova base de operações na era pós-Zuccotti Park. Mas, além de negar a permissão, os responsáveis pela Trinity chamaram a polícia, que prendeu 55 pessoas lideradas por Packard (dez delas, expoentes do clero), que invadiram a cerca e "ocuparam" o lote proibido.
"Fomos liberados à meia-noite, depois de nove horas na cela", disse o prelado. "O New York Police Department tem duas almas. Uma pró-Occupy, como a do policial que, ao me algemar, pediu desculpas porque, embora compartilhando o meu gesto, foi obrigado a me prender. A segunda, gratuitamente violenta, que empurra jovens policiais enfurecidos a agredir seus coetâneos, réus por protestar pacificamente, como nos ensinou Martin Luther King".
Até algum tempo atrás, Packard era conhecido como o capelão do Exército dos EUA, sempre pronto para ir às zonas "quentes" do planeta, da Bósnia ao Iraque, para levar conforto aos militares traumatizados pela guerra. "Eu combati no Vietnã como oficial da Primeira Divisão de Infantaria", explica Packard. "Voltei para casa em 1970, com uma Estrela de Prata e duas medalhas de bronze no peito, mas também com um distúrbio pós-traumático de estresse, que me condenou a décadas de psicoterapia e fortes remédios antidepressivos".
Depois de 12 meses de retiro espiritual, em 1971, ele entrou para o Virginia Theological Seminary, onde se graduou em 1974, decidido dedicar sua vida aos outros. O seu compromisso com o movimento começou no fim de setembro. "Uma noite, fui preso ao tentar levar água aos manifestantes: pessoas maravilhosas, acredite em mim, apaixonadas e idealistas, mas também focadas e concretas. Você percebe? Maltratado e algemado porque dei de beber aos sedentos, como ordena o Evangelho".
A frustração de Packard, nascido em 1944 em New Rochelle, em uma rica família de origem inglesa, é palpável. "A miopia das autoridades eclesiásticas é incrível. A Igreja Protestante está morrendo, e o número dos seus fiéis está no mínimo histórico. Abrir os braços a esses jovens que pedem ajuda seria oportuno, além de justo".
"A Trinity Church é a instituição religiosa mais rica dos Estados Unidos, com bens de mais de 10 milhões de dólares", afirma. "A maior parte dos imóveis ao sul do Canal Street, em Manhattan, são seus". Packard é a prova viva de como, depois das expulsões, o movimento está vivo e em pleno vigor. "Recebemos o apoio do arcebispo Desmond Tutu, e – por meio do Occupy Faith – padres, rabinos, pastores protestantes e imãs estão ajudando esses corajosos jovens, decididos a pôr um fim à profunda injustiça de sociedades que defendem os ricos e fazem guerra contra os seus pobres".
Por telefone, a sua voz agora soa alegre e otimista: "Recém acabei de ler The Swerve: How the World Became Modern, de Stephen Greenblatt, sobre como, durante a Idade Média, a única ilha de civilização, reflexão e divergência eram os ricos mosteiros beneditinos. Se estamos aqui protestando hoje, também é graças a eles. Mas os burocratas da Trinity Church não entendem isso".
Fonte: http://www.ihu.unisinos.br/noticias/505203-nas-barricadas-e-de-tunica-jesus-contra-wall-street
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Eucaristia e Meio Ambiente
Um ótimo texto como sempre do irmão Hermes, sempre com um ponto de vista além da superficialidade.
A ecologia envolve a complexidade. O evangelho é simples, mas profundo. Leiam esse texto abaixo. Difícil de não se apaixonar por um Deus assim...
Paz do Cristo. Aloha!
Jorge
Hermes Fernandes
O que mais me chama a atenção na Encarnação é nova fase que ela deflagra na relação entre o Criador e a criação.
Ao entrar no Universo que Ele mesmo criou, Deus Se tornou parte integrante dele. Reflita um pouco comigo: Ele comeu nossa comida, bebeu de nossa água, respirou nosso ar.
Nos cerca de 12 mil dias em que caminhou entre nós, Ele interagiu com o ambiente à Sua volta, e assim o santificou. A água que Ele consumiu passou por Seu organismo, e foi devolvida. O ar que Ele respirou passou por Seus pulmões, e foi devolvido à atmosfera. Tudo o que Ele ingeriu, foi digerido.
Átomos que pertenceram ao Seu Corpo ainda estão entre nós. Por causa de Sua Encarnação todo o Cosmos foi sacralizado.
Por isso, podemos afirmar que a criação como um todo passou a ter valor sacramental. Além do batismo e da Santa Ceia, temos um terceiro sacramento: o Cosmos. E tudo por causa da Encarnação.
Daí a razão pela qual Paulo atribuiu valor eucarístico à criação:
“Porque tudo o que Deus criou é bom, e não há nada que rejeitar, sendo recebido com ações de graças (originalmente, “eucaristia”), porque pela palavra de Deus (pelo logos divino que Se encarnou), e pela oração, é santificada” (1 Tm. 4:4-5).
A criação perdeu sua profanidade decorrente do pecado, e adquiriu, através da Encarnação de Deus, um valor sacramental. Por isso, na visão que teve, Pedro foi advertido a não chamar de impuro aquilo que Deus havia purificado, nem mesmo os animais reprovados pela Lei para o consumo humano.
Agora, além de possuir um Corpo Místico, a saber, a Igreja, Cristo também possui um Corpo Cósmico. Com Sua ressurreição, Ele abarcou em Si mesmo toda a realidade, tanto a espiritual, quanto a material (Ef.1:9-10; Cl.1:19-20). Nada ficou de fora do escopo de Sua obra, iniciada na Encarnação, consumada na Cruz, e confirmada na Ressurreição, e plenamente manifestada no final das Eras. Assim como a roupa que Jesus usava resplandecia enquanto Seu rosto se transfigurava, em breve, todo o Universo se transfigurará, e revelará a glória de Deus nele latente, para que, finalmente, “Deus seja tudo em todos” (1 Co.15:28).
À luz disso, que tratamento não deveríamos dispensar à criação? Que cuidado não deveríamos ter para com o meio ambiente? Quem colabora pela sua destruição, está abrindo feridas no Corpo Cósmico de Cristo.
Quem ama o Criador, cuida da criação.
Leia Mais em: http://www.genizahvirtual.com/2009/07/eucaristia-e-meio-ambiente.html#ixzz1X8ZBBV56
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domingo, 13 de fevereiro de 2011
A Ecologia do Descanso
Uma boa tarde a todos. Andei sumido, pois estava de preparo para férias e numa viagem de três dias. Estarei de férias até depois do carnaval... Este é meu mês shabático. Gostaria de compartilhar esse princípio de vida, contracultural e promotor de vida.
A Biblia nos fala de dias de descanso. O shabat, que
é o sétimo dia, depois de 6 dias de trabalho (Levítico 23:3), um dia para
descansar na semana; o ano Shemitá ou Ano Sabático (Levítico 25:4), que era o sétimo ano do ciclo de sete anos de cultivo, em que o trabalho de cultivo cessava e os pobres tinham suas dívidas perdoadas e os bens restituídos. Assim sendo, era tempo da
terra se recompor de nutrientes, algo que a ciência mais tarde iria nos
falar, e era tempo de promover justiça social, além de implicações mentais
e físicas por conta de descansar de todo um trabalho. Também é
relatado no Antigo Testamento o Jubileu da terra (Levítico 25:11), que era
como o Ano Sabático, mas a cada 50 anos. Além disso é citado os dias de festas em que
havia descanso solene. (Levítico 23)
Reconhecemos assim a cessação e o descansar como um princípio bíblico.
O Shabat é o dia de cessação do trabalho, o descanso é impícito.
Descansar não significa não fazer nada. Descansar é o tempo de admirar, de servir, de sentir, de chorar, de rir, de fazer outra coisa, de criar ou até mesmo de destruir, nesse último caso podemos destruir o sistema que nos oprime com a correria do tempo e da
não cessação das coisas.
Perdemos as coisas de vista quando não paramos. Certa vez eu li, acho que num trabalho de conclusão de curso que o excesso de trabalho nos empobrece. Isso é bem óbvio, pois como continuar a usufruir sem tempo de renovação? Isso é o que os ecologistas sempre pregaram, mas é algo milenar, uma necessidade bem anterior a conscientização ecológica a partir do ecologismo. Esse tempo para renovar a que me refiro é o shabat. tudo o que fazemos em demasia esgota e até mesmo nós nos esgotamos e acabamos cansados e cansando o planeta. O tempo de recomposição do planeta está atrasado. Isso é
implicação do custo de não cessar a produtividade. Daí nós temos o desperdício. Para algumas pessoas descanso é desperdício, pois "tempo é dinheiro", dizem baseado no ditado popular. No entanto o não descansar já é desperdício. Descobri que em hebraico bíblico o conceito de desperdício é destruição (tashcit). O despedício é falência da proposta
civilizatória de que nos incumbimos. Melhor nada fazer que transformar algo em nada, diz o Rabino Nilton BONDER.
O Shabat ao nos indicar a necessidade de cessação nos diz que não somos donos da natureza. “Do SENHOR é a terra e a sua plenitude, o mundo e aqueles que nele habitam.”(Salmos 24:1). O princípio mais sensível e sensibilizador das leis bíblicas referentes às
relações ecológicas talvez seja o Shabat, pois nele renunciamos o nosso poder sobre a natureza. É também um sinal de humildade se pensármos que nós nos humilhamos diante do fato de que precisamos de repouso, férias e descanso, e assim informamos ao mundo que não temos o poder sobre a vida verdadeiramente e que somos limitados e somos sustentados pelo Senhor e que só Ele, o Deus vivo, pode nos encher de vitalidade, só Ele é o Criador, e proclamamos que paramos porque nossa vida não é infinita, assim como também não é infinito o planeta e seu meio ambiente criado por Javé, o vivente,
mas como tudo na natureza é cíclico e flui é preciso respeitar esses ciclos e o fluir das energias, andar nesse ritmo, por isso também cultivar e GUARDAR.
A vida, por meio dos sistemas complexos ecológicos exige a descontinuidade e a renovação. A pausa e o desacnso está em vários momentos da vida: é o dormir, o pós almoço (quando o corpo sente uma moleza), a hibernação de alguns animais, a dormência de algumas sementes e plantas, o inverno é descanso, para alguns seres a noite é descanso, para outros o dia é descanso, e até a morte é cessação, o que permite a continuidade da vida num sistema finito.
Há um estudo que sugere que paremos um dia da semana e com isso o planeta teria um grande ganho ecológico, diminuiria a poluição e daria mais tempo de ecossistemas se reporem. Isso seria incrível. No entanto, como sempre, o que já se sabia por meio da Bíblia a ciência moderna apenas veio a dizer o mesmo de outra forma muitos anos depois. Os moradores da terra que não descansa sofrem as consequências (Levíticos 26.32-35). Isso é óbvio! A natureza não pode aguentar tanta pressão por tanto tempo. Numa sociedade em
que não cessa atividades rotineiras isso pode soar como utópico. Mas a verdade é que descansar e parar não é privilégio, mas necessidade de permanência, ou seja, isso é questão de sustentabilidade. O shabat é um princípio de sustentabilidade.
O Shabat foi dado e criado pelo Deus da Bíblia. Assim, a observância ao Shabat constitue um testemunho devoto a isso, proclamando que Deus criou tudo e o shabat testifica isso, pois cessamos para a continuidade desse tudo, essa criação que depende da maneira que a tratamos, a maneira que a "cultivamos" (Gênesis 2:15 e Gênesis 3:23). O homem foi colocado no jardim para cultivar e guardar. Guardamos também quando paramos. O shabat é uma guarda. Muito mais importante que guardar o sábado é o sentido de guarda, por isso Jesus disse: "O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado."(Marcos 2:27) Aliás o primeiro dia após a criação do homem foi um dia de descanso (Genesis 1:27 a Gênesis 2:2).
Devemos santificar nossa cessação, devemos santificar nosso repouso. Ele é uma demonstração da vida que Deus propõe ao homem. O shabat nos distingue. "Guardarão, pois, o sábado os filhos de Israel, celebrando-o nas suas gerações por aliança perpétua. (Êxodo 31:16) "e Tu, pois, fala aos filhos de Israel, dizendo: Certamente guardareis meus sábados; porquanto isso é um sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou o SENHOR, que vos santifica." (Êxodo 31:13) Os que o tem como princípio prezam a vida e rejeitam a cultura da morte. O primeiro presente de Deus para aqueles que saíram do jugo da escravidão do Egito depois da liberdade foi um dia de descanso (Levítico 25:2). Também, na época do exílio em Babilônia, o shabat contradizia a opressão e a exploração dos caudeus sobre o povo judeu.
Um período sabático é necessário e não tê-lo pode ser fatal. Em alguns lugares do mundo as empresas concedem um período de afastamento de meses a 1 ano ao empregado. No Brasil, país em que os empresários não se importam muito com os funcionários, corroborado pelo falso mito de que brasileiro é preguiçoso, e encontramos facilmente expressões do tipo "carioca, baiano e índios são preguiçosos", é dificil encontrar empresa que permita um período shabático, pois os empresários gananciosos e capitalistas não gostam de ver o povo descansar.
Jesus Cristo descansou.(Mateus 5:17-18) Jesus enquanto judeu se submeteu à lei judaica de Deus. Isso é maravilhoso, pois sendo ele quem era não usou-se de ser Deus (Filipenses 2:6-7) e não desprezou a criação por ser superior a ela e a condição humana.
Na verdade vemos aí o Deus que cultiva vida na vida. Deus em Cristo nos deu uma genuína prova de espiritualidade, o repouso.
Corpo e mente são unos. Viver sem parar esgota, consome demais e é consumido por si mesmo e pelo que está ao seu redor. Aquele que não se dá direito ao descanso como pode viver? Afinal o próprio Deus descansou e nos dá descanso. Jesus nos diz que devemos descansar nele (Mateus 11.28-30). Aquele que não se dá descanso como pode dizer que está em Cristo? Pois foi Jesus que disse que acharíamos descanso nele. E sem descanso não aguentamos a vida, sem descanso o corpo, que é templo do Espírito Santo padece
e adoece, e a mente, que nos permite a racionalidade fica desfocada, e como
pensar com a mente de Cristo (I Coríntios 2:16) sem o descanso? A pessoa que não descansa pede férias sempre. Perde-se e não consegue se achar. E em determinado momento já não se sabe mais se se está cansado do cansaço, se está cansada pelo cansaço, se a vida está cansada ou se está cansado da vida.
Cansaço des-naturaliza, des-regula, des-motiva, des-orienta, des-romancia e assim há um desencantamento do mundo. Então, vem a desordem do pensar, e o processo de egoísmo passa a trabalhar. A busca por algo pra si, a busca de sentido, a busca por "n" coisas pra si, esquecendo o outro, o próximo, Deus, e a natureza em sua volta e em seu próprio corpo. Daí as doenças mentais geram perigo maior a tudo ao redor e a si mesmo.
O que vemos todos os dias?
Há excesso de luzes, excessos de sonoridade, excesso de rejeitos e lixo, pois não se para de produzir, assim o meio ambiente como um todo vai sendo consumido sem descanso, ou melhor, sem cessação, assim como o próprio ser humano, que não se aguenta, não segura a barra da existencialidade, daí fragmentações conjugais e familiares, estress e violências, revoltas, se tornam seres inadequados e acríticos e que apenas buscam e lutam para
conquistar uma vida "tranqüila", cujo àpice é o sucesso, e cujo símbolo são as mansões e o lifestyle dos milionários.
Como se vê a ecologia é integral, abrange a psicologia, a biologia e a sociologia, bem como a espiritualidade.
Vale apenas dizer que em Cristo não há mais a "Lei", ou seja, o shabat como
o 4º mandamento se extingue, o que fica pra nós é o princípio do descanso e como em Cristo tudo se cumpre, andarmos com ele nos leva a vivermos uma vida que implicitamente respeita os limites da vida e a permanência e perpetuação da vida sobre a morte.
O Deus vivo nos chama a descansar. Ele te convida. Você aceita? Não
descansar não passa de vaidade. Vaidade de vaidade...
Na Bíblia, descansar é sinônimo de conservar e de cultuar, adorar ao Deus
vivo que supre a existência da vida como um todo.
Há muito do que falar e refletir sobre o shabat, ao longo da história do povo judeu esse "cessar" mas por hora fico por aqui...
Em Jesus meu descanso eterno,
Jorge Tonnera jr. (De férias)
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Rituais de fé

"Rituais de Fé" é um programa que descreve sem preconceitos as diferentes religiões e crenças do mundo, em busca de um claro entendimento de quem somos enquanto raça humana. O programa é exibido no Discovery Channel.
Como reverendo, Pete encontra culturas que desafiam seus valores e preconceitos, que às vezes o surpreendem e ofendem, mas que também o iluminam. Pete procura ver de uma maneira aberta e com seu humor refinado alguns de seus comentários em determinadas ocasiões soam comedidos sem ofender.
Fumar com a “Mãe-Morte”, o alucinógeno Santo Daime nas florestas do Brasil, culto aos OVINIS, conhecer um pai de um homem bomba, cristãos criadores de serpentes das montanhas Appalachian, espíritos que balançam uma mesa em numa sessão espírita, o sinificado religioso de mumificação, a cerimônia do Burning Man, são apenas alguns dos rituais que Pete conheceu.
O reverendo da Igreja Anglicana Peter Owen Jones faz um guia da fé no mundo. Ao longo de um ano de viagem, essa busca espiritual o leva a seis continentes e 80 rituais. A fé é expressa em uma diversidade de rituais, e o que realmente vemos através deste programa é que o homem é intrinsicamente religioso e isto também me lembra uma frase que guardo e que tem todo o sentido quando se compreende a Cristo Jesus: "A resposta do homem à necessidade de buscar à Deus é a religião, mas a resposta de Deus ao homem é Jesus".
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Os gigantes que nós somos

Noé Ben Shea, um poeta judeu e contador de histórias, nos conta uma
história:
Depois do jantar, as crianças pediram ao pai Jacó contar uma história.
Jacó pediu que eles dissessem que tipo de história e para surpresa elas
pediram uma história sobre um gigante.
Então a história que Jacó contou foi a seguinte:
“Um menino pediu ao pai dele que o levasse para ver um desfile que
passaria pela aldeia. Ele concordou e o levou. Foram então os dois.Quando eles chegaram próximo do caminho do desfile, as pessoas
começaram a empurrar de todos os lados, pois era uma grande multidão se
espremendo para ver o desfile. Vendo que não poderiam ver o desfile, o
pai colocou nos seus ombros o seu pequeno filho. Assim, o menino pôde ver o desfile e encantado falava para o pai como
era maravilhoso e os detalhes. No entanto, o menino, ficou orgulhoso
por ter visto o que muitos entre ele não viram, declarando, até mesmo
para o pai dele, 'Se você pudesse ver o que eu vejo’. Mas o que o menino não enxergou foi porque ele conseguiu ver. O que o
menino esqueceu foi que uma vez o pai dele, também, pôde ver. E que
agora uma vez o pai estando abaixo dele sustentando seu filho, ele, o
filho, pôde ver.
Então como se ele tivesse terminado a história, Jacó parou de falar.
“É só isso?” indagou uma menina desapontada. “Pensávamos que o senhor
iria nos contar uma história sobre um gigante.”
“Mas, eu contei”, disse Jacó. “Eu lhes contei a história de um menino
que podia ter sido um gigante.”
“Como?” clamaram as crianças.
“Um gigante é qualquer um que se lembra que nós todos estamos sentados
nos ombros de outros”, disse Jacó.
“E o que tornamos se não nos lembrarmos?” perguntou um menino.
“Um fardo” , Jacó respondeu.
Já pensaram no simples fato de que quando nós chegamos a este mundo
recebemos um mundo deixado por outras pessoas?Já pensaram em que mundo vamos deixar para os que ainda vão chegar?Já pensaram em que tipo de filhos estamos deixando a um mundo que está
em processo de degeneração?Todos nós somos abençoados a cada dia pelo simples fato de estarmos
vivos. Se Temos recursos isso não vem originalmente de nós, mas de um
conjunto de fatores em que Deus permite se achegar até nós.
Estamos endividados com o planeta. O tempo de recomposição dos recursos
está atrasado. Com nossa pegada ecológica, o planeta está sentindo o
peso de ter quase 7 bilhões de pessoas.É bem verdade que a fração rica, ou seja, menor deste bolo de 7 bi, é a
fração mais responsável pelos problemas no planeta. Mas de qualquer
forma, nós não podemos nos permitir perder-nos de vista, deixar os
problemas para outros sentarem e discutirem, temos que influenciar uma
geração oprimida.Devemos orar para nunca esquecermos que estamos assentados encima da
Terra. Devemos ser gratos a Deus.
Conta-se que Mahatma Gandhi, ao ser perguntado se, depois da
independência, a Índia perseguiria o estilo de vida britânico, teria
respondido: "...a Grã-Bretanha precisou de metade dos recursos do
planeta para alcançar sua prosperidade; quantos planetas não seriam
necessários para que um país como a Índia alcançasse o mesmo patamar?"
Ele também deixou uma frase que diz o seguinte: "Temos que aprender a
viver mais simplesmente para que os outros simplesmente possam viver”.
Gandhi foi altamente influenciado em seu pensamento pelos ensinos de
Cristo. O relato do livro bíblico de Hebreus diz a respeito de Jesus Cristo
que: "Ele, pela alegria que lhe fora proposta, suportou a cruz,
desprezando a vergonha, e assentou-se à direita do trono de Deus.”
(Hebreus 11:35-28; 12:1-2). Em Tal cruz Ele suportou o peso de nós. O
peso dos nossos pecados. O mesmo Jesus nos deixou um lição a respeito de tamanho."Levantou-se entre eles uma discussão sobre qual deles seria o maior.Mas Jesus, sabendo o que lhes passava no coração, tomou uma criança,
colocou-a junto a si e lhes disse: Quem receber esta criança em meu
nome a mim me recebe; e quem receber a mim recebe aquele que me enviou;
porque aquele que entre vós for o menor de todos, esse é que é grande".
(Lucas 9:46-48)Vejam também o sermão do Monte. Jesus dá uma lição incrível!
Por fim, trabalhemos e não usurpemos, cooperemos suportando um pelo
outro, vivamos sem egoísmo. Lembremos dos necessitados, não enfoquemos
demasiadamente nos nossos problemas pessoais, pois quando fazemos isso
nos esquecemos dos problemas dos outros, e que geralmente são maiores
que os nossos. Entregue seus problemas para o Deus que é capaz de
suprir a tudo e todos. Na Bíblia está escrito "Sejam completamente
humildes e dóceis, e sejam pacientes, suportando uns aos outros com
amor" (Efésios 4.2) e "Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor
fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros". Romanos 12:10
história:
Depois do jantar, as crianças pediram ao pai Jacó contar uma história.
Jacó pediu que eles dissessem que tipo de história e para surpresa elas
pediram uma história sobre um gigante.
Então a história que Jacó contou foi a seguinte:
“Um menino pediu ao pai dele que o levasse para ver um desfile que
passaria pela aldeia. Ele concordou e o levou. Foram então os dois.Quando eles chegaram próximo do caminho do desfile, as pessoas
começaram a empurrar de todos os lados, pois era uma grande multidão se
espremendo para ver o desfile. Vendo que não poderiam ver o desfile, o
pai colocou nos seus ombros o seu pequeno filho. Assim, o menino pôde ver o desfile e encantado falava para o pai como
era maravilhoso e os detalhes. No entanto, o menino, ficou orgulhoso
por ter visto o que muitos entre ele não viram, declarando, até mesmo
para o pai dele, 'Se você pudesse ver o que eu vejo’. Mas o que o menino não enxergou foi porque ele conseguiu ver. O que o
menino esqueceu foi que uma vez o pai dele, também, pôde ver. E que
agora uma vez o pai estando abaixo dele sustentando seu filho, ele, o
filho, pôde ver.
Então como se ele tivesse terminado a história, Jacó parou de falar.
“É só isso?” indagou uma menina desapontada. “Pensávamos que o senhor
iria nos contar uma história sobre um gigante.”
“Mas, eu contei”, disse Jacó. “Eu lhes contei a história de um menino
que podia ter sido um gigante.”
“Como?” clamaram as crianças.
“Um gigante é qualquer um que se lembra que nós todos estamos sentados
nos ombros de outros”, disse Jacó.
“E o que tornamos se não nos lembrarmos?” perguntou um menino.
“Um fardo” , Jacó respondeu.
Já pensaram no simples fato de que quando nós chegamos a este mundo
recebemos um mundo deixado por outras pessoas?Já pensaram em que mundo vamos deixar para os que ainda vão chegar?Já pensaram em que tipo de filhos estamos deixando a um mundo que está
em processo de degeneração?Todos nós somos abençoados a cada dia pelo simples fato de estarmos
vivos. Se Temos recursos isso não vem originalmente de nós, mas de um
conjunto de fatores em que Deus permite se achegar até nós.
Estamos endividados com o planeta. O tempo de recomposição dos recursos
está atrasado. Com nossa pegada ecológica, o planeta está sentindo o
peso de ter quase 7 bilhões de pessoas.É bem verdade que a fração rica, ou seja, menor deste bolo de 7 bi, é a
fração mais responsável pelos problemas no planeta. Mas de qualquer
forma, nós não podemos nos permitir perder-nos de vista, deixar os
problemas para outros sentarem e discutirem, temos que influenciar uma
geração oprimida.Devemos orar para nunca esquecermos que estamos assentados encima da
Terra. Devemos ser gratos a Deus.
Conta-se que Mahatma Gandhi, ao ser perguntado se, depois da
independência, a Índia perseguiria o estilo de vida britânico, teria
respondido: "...a Grã-Bretanha precisou de metade dos recursos do
planeta para alcançar sua prosperidade; quantos planetas não seriam
necessários para que um país como a Índia alcançasse o mesmo patamar?"
Ele também deixou uma frase que diz o seguinte: "Temos que aprender a
viver mais simplesmente para que os outros simplesmente possam viver”.
Gandhi foi altamente influenciado em seu pensamento pelos ensinos de
Cristo. O relato do livro bíblico de Hebreus diz a respeito de Jesus Cristo
que: "Ele, pela alegria que lhe fora proposta, suportou a cruz,
desprezando a vergonha, e assentou-se à direita do trono de Deus.”
(Hebreus 11:35-28; 12:1-2). Em Tal cruz Ele suportou o peso de nós. O
peso dos nossos pecados. O mesmo Jesus nos deixou um lição a respeito de tamanho."Levantou-se entre eles uma discussão sobre qual deles seria o maior.Mas Jesus, sabendo o que lhes passava no coração, tomou uma criança,
colocou-a junto a si e lhes disse: Quem receber esta criança em meu
nome a mim me recebe; e quem receber a mim recebe aquele que me enviou;
porque aquele que entre vós for o menor de todos, esse é que é grande".
(Lucas 9:46-48)Vejam também o sermão do Monte. Jesus dá uma lição incrível!
Por fim, trabalhemos e não usurpemos, cooperemos suportando um pelo
outro, vivamos sem egoísmo. Lembremos dos necessitados, não enfoquemos
demasiadamente nos nossos problemas pessoais, pois quando fazemos isso
nos esquecemos dos problemas dos outros, e que geralmente são maiores
que os nossos. Entregue seus problemas para o Deus que é capaz de
suprir a tudo e todos. Na Bíblia está escrito "Sejam completamente
humildes e dóceis, e sejam pacientes, suportando uns aos outros com
amor" (Efésios 4.2) e "Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor
fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros". Romanos 12:10
Sejamos humildes e quebrantados diante da vida como um todo.
Aloha! Amém!!!Em Cristo
Aloha! Amém!!!Em Cristo
Jorge Tonnera Júnior
sexta-feira, 9 de julho de 2010
A natureza da imagem e semelhança. Nossa natureza.

Cristo é o Filho (descendente) de Adão. Adão foi chamado a cultivar um jardim. Cristo, Filho de Adão é quem refreia a vaidade humana e nossas ambições que nos impedem de cultivar e nos leva a destruir. Como novo Adão, Cristo cumpri o que Adão não conseguiu efetivamente e eficazmente por ter sido infiel a Deus e assim também e consequentemente à terra. Toda aliança gera ruptura, e na aliança feita com Jesus nós deixamos para trás o nosso eu e nos achegamos ao Ele, nós deixamos a criatura velha para trás e nos tornamos nova criatura (nova criação) em novidade de vida cheios da boa nova (a nova de que a vida impera e prevalece e venceu a morte). Somos cidadãos de um Reino, um reino de sacerdotes, cujas ações são aromas de incenso suave e agradáveis ao nosso Deus, por isso mesmo tudo o que fazemos é parte de um culto a Deus, nossa vida é um culto a Deus. Assim seja o cultivo dos nossos laços familiares, seja o cultivo dos nossos laços humanitários, ou o cultivo da criação e nossos laços com ela. Acaso ainda não reconheçamos isso vamos mudar nossa cultura. A ação que a criação necessita vai exigir uma mudança (conversão!) nos próprios fundamentosda civilização moderna - o relacionamento dos seres humanos com a natureza mostrando a sua verdadeira natureza. A nossa natureza é a natureza de Cristo - imagem e semelhança do Deus vivo. Jesus é o resgate desta natureza, que por sua vez é o penhor de resgate de toda a natureza (criação).
"Porque a ardente expectação da criatura espera a manifestação dos filhos de Deus.
Porque a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa do que a sujeitou,
Na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus.
Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora.
E não só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo". (Romanos 8: 19-23)
Porque a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa do que a sujeitou,
Na esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus.
Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora.
E não só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo". (Romanos 8: 19-23)
Nele, que é o penhor da minha vida e assim também da minha natureza.
Jorge Tonnera Jr.
Paz de Cristo!Aloha!!!
terça-feira, 6 de julho de 2010
Confronto dos deuses

O canal The History Chanel tem exbido uma série chamada "Confronto dos Deuses", onde mostra vários mitos como Thor, Hércules, Zeus, Hades etc, além do episódio mitologia Tolkien (que conta a mitologia de Senhor dos Anéis), dentre outros. Parafraseando o Reverendo Caio Fábio podemos dizer: "Mostre-me seu Deus e lhe direis quem és". Esta série relata que as diferentes mitologias sempre serviram como guia para cada sociedade, expressando seus valores, crenças e aspirações. Os mitos e os arquétipos da sociedade. A maioria das civilizações antigas acreditava em vários deuses e a eles dedicavam boa parte de sua existência. atribuíam diferentes valores a essas figuras mitológicas, mas com características semelhantes. os deuses têm sua história e aspirações investigadas na série Confronto dos Deuses, que passa aos sábados às 22h, no The History Channel com reprises, e que acaba sendo de certa maneira um complemento ao filme "Fúria de Titãs". O diferencial desta série é que ela não conta simplesmente o mito, mas a partir do mito busca o entendimento dado pela psicologia. A parte que eu mais gosto é quando o narrador diz assim: ..."Este é o mito, mas e a realidade..." Arqueólogos encontram achados, psicólogos desvendam simbologias e por aí vai. Hércules, por exemplo, segundo recentes descobertas arqueológicas, pode ter sido inspirado em uma pessoa real. Muito interessante também é a colocação da figura de Jesus Cristo ao final de alguns episódios como em "Zeus" e "Hades", além do encontro da mitologia Nórdica por meio do Hagnarok com o Apocalipse de João da Bíblia, no episódio de "Thor". Assista uma parte do episódio de Zeus (parte 1):
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