Segue uma ótima e rápida crítica da Recicloteca frente a redução do valor da cobrança na energia que recentemente irá beneficiar os brasileiros. A crítica em si não é na redução, mas em relação a quem mais obterá o benefício em detrimento de outros. Apenas uma questão de pensar justiça, que é importante para que não caiamos no erro de pensar que as coisas são como parecem.
Quem consome mais, terá mais desconto!
Posted on 14/09/2012 by Naira Tavares
Apenas 15 indústrias se beneficiarão com redução de 28% na energia
A redução máxima da energia elétrica de 28% anunciada pela presidente Dilma Rousseff na semana passada deverá atingir apenas um grupo restrito de 15 empresas enquadradas no nível de tensão mais alto. Entre elas, estão indústrias de alumínio e de cimento, que mais consomem energia ao longo de sua produção.
Fonte: http://oglobo.globo.com
Nossa opinião!
Porque não reduzir os impostos de indústrias que possuem um plano de eficiência energética e consomem menos energia por isso? A indústria de alumínio é a que mais consome energia e irá ganhar 28% de redução em sua conta de luz?
Porque não dar o desconto para indústrias que conseguem reduzir seu consumo, que possuem esta preocupação? Seria um incentivo para outras seguirem os mesmo passos.
FONTE: http://recicloteca.org.br/blog/
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terça-feira, 18 de setembro de 2012
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Você sabia que pode alugar brinquedos?
Recebi mês passado um informativo do Banco Santander, ou como um amigo chama, "Satãnder" (Sim, também como você eu não gosto de bancos, e por isso mesmo me surpriendi em dobro) que falava de um Clube do Brinquedo, um site para aluguel de brinquedos.
Tal proposta é não somente criativa como principalmente bem coerente, pois, a economia deve ser um circuito, e com o passar do tempo ela terá que se adaptar a realidade da vida e sair da virtualidade do consumo excessivo. A ideia de aluguel de bens tem sido uma tendência e em parte se expandiu por conta da crise. Podemos chamar esse tipo de movimento de economia criativa. É interessante sobretudo, e acho que o maior mérito dentro de nossa sociedade indivudualista e que se empodera através de coisas, vaidosa e de jovens querendo a todo custo se auto afirmarem, nesse caso ao contrário disso tudo a proposta oferece o contato ao não apêgo, a educar nossos filhos desde cedo ao uso e devolução. Brincar por si só é um ato educacional que libera a criança em termos de afeto, cognição, criatividade e também valores. O não ter também é uma necessidade assim como o ter coisas necessárias. Ou como o idealizador, Wagner Heilman disse: "Não acumular objetos é uma necessidade atual e que precisamos ensinar aos nossos filhos”. Além do quê, o ensinar a forma de usar, ou melhor o conservar as coisas nos leva a uma ética de respeito e cuidado maior com as coisas que passam pela nossa vida e assim um melhor cuidado do que não é nosso, portanto por extensão um melhor cuidado com o meio ambiente e o próprio planeta. O meio ambiente por ter sido ultrajado há muito tempo na ótica de "uso-desuso-descarte", tem faltado com recursos.
Segundo o folder, o Clube do Brinquedo é a primeira locadora online de brinquedos e acessórios que possibilita uma forma de consumo sustentável desde a infância, já que os pais não precisam mais comprar itens que são utilizados por pouco tempo pelas crianças. Pra quem se interessar o endereço do site é http://www.clubedobrinquedo.com.br/
A ideia é excelente, a proposta é totalmente cristã ao meu modo de ver. Torço para que dê certo e se multipliquem tais exemplos.
Jorge Tonnera Jr.
Tal proposta é não somente criativa como principalmente bem coerente, pois, a economia deve ser um circuito, e com o passar do tempo ela terá que se adaptar a realidade da vida e sair da virtualidade do consumo excessivo. A ideia de aluguel de bens tem sido uma tendência e em parte se expandiu por conta da crise. Podemos chamar esse tipo de movimento de economia criativa. É interessante sobretudo, e acho que o maior mérito dentro de nossa sociedade indivudualista e que se empodera através de coisas, vaidosa e de jovens querendo a todo custo se auto afirmarem, nesse caso ao contrário disso tudo a proposta oferece o contato ao não apêgo, a educar nossos filhos desde cedo ao uso e devolução. Brincar por si só é um ato educacional que libera a criança em termos de afeto, cognição, criatividade e também valores. O não ter também é uma necessidade assim como o ter coisas necessárias. Ou como o idealizador, Wagner Heilman disse: "Não acumular objetos é uma necessidade atual e que precisamos ensinar aos nossos filhos”. Além do quê, o ensinar a forma de usar, ou melhor o conservar as coisas nos leva a uma ética de respeito e cuidado maior com as coisas que passam pela nossa vida e assim um melhor cuidado do que não é nosso, portanto por extensão um melhor cuidado com o meio ambiente e o próprio planeta. O meio ambiente por ter sido ultrajado há muito tempo na ótica de "uso-desuso-descarte", tem faltado com recursos.
Segundo o folder, o Clube do Brinquedo é a primeira locadora online de brinquedos e acessórios que possibilita uma forma de consumo sustentável desde a infância, já que os pais não precisam mais comprar itens que são utilizados por pouco tempo pelas crianças. Pra quem se interessar o endereço do site é http://www.clubedobrinquedo.com.br/
A ideia é excelente, a proposta é totalmente cristã ao meu modo de ver. Torço para que dê certo e se multipliquem tais exemplos.
Jorge Tonnera Jr.
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quinta-feira, 17 de março de 2011
Do lixo extraordinário ao extraordinário consumo
O dia do consumidor passou (até pra isso inventam data comemorativa), foi nessa semana, mas fica a questão do lixo.
Assisti o Documentário "Lixo Extraordinário", de Vik Muniz, na empresa em que trabalho, bem antes de estrear no cinema e do Oscar. Quem ainda não assistiu, adianto que vale a pena. É o tipo de documentário que dá vontade de querer saber e ver mais após o término.
O documentário começa e termina com uma parte do Programa do Jô. O apresentador convida o artista Vik Muniz para falar da sua arte.
A história dos catadores com a arte que advém do subjetivo desuso e conceito da inutilidade é uma junção muito feliz.
A vida de fato surge dos rejeitos. Se formos reparar como a natureza funciona é necessário a existência dos resíduos para a continuidade da matéria viva. Quando uma planta nasce ela necessitou de resíduos que se tornaram nutrientes do solo, e quando esta morrer se tornará resíduo capaz de manter uma outra planta. No caso do Lixo extraordinario, de fato é o que aconteceu. Famílias brotaram daquele aterro, a partir dos resíduos. Muitas vezes eles que se confundiram com o lixo agoram são a arte.
O documentário termina parecido como começou...com o Programa do Jô, porém dessa vez o convidado é um dos catadores. O apresentador faz a saudação apresentando o Tião Santos como catador de lixo, e este faz uma pausa pedindo licença, e conserta o que o Jô disse: "Não somos catadores de lixo. Nós catamos materiais recicláveis"...e o filme termina assim.
Bom, embora o centro do filme seja o catador, muito mais que o lixo, o que é formidável, haja visto que quem gerou o lixo foi o homem e o catador ali representa as possibilidades do homem lidar com o lixo de outros homens, lidar com a recusa de outros homens e a manutenção e continuidade da vida, o filme é o retrato do dilema homem x resíduos de seu consumo moderno e dessa convivência num mundo de desperdícios e de cada dia lutar pelo consumo do seu pão de cada dia.
Ir até o Aterro Sanitário é ver o caminho inverso do nosso consumo e perceber que o que consumimos talvez seja muito para nós, ou pelo menos para uma parte da civilização que consome demais, ao contrário de outros.
Assisti o Documentário "Lixo Extraordinário", de Vik Muniz, na empresa em que trabalho, bem antes de estrear no cinema e do Oscar. Quem ainda não assistiu, adianto que vale a pena. É o tipo de documentário que dá vontade de querer saber e ver mais após o término.
O documentário começa e termina com uma parte do Programa do Jô. O apresentador convida o artista Vik Muniz para falar da sua arte.
A história dos catadores com a arte que advém do subjetivo desuso e conceito da inutilidade é uma junção muito feliz.
A vida de fato surge dos rejeitos. Se formos reparar como a natureza funciona é necessário a existência dos resíduos para a continuidade da matéria viva. Quando uma planta nasce ela necessitou de resíduos que se tornaram nutrientes do solo, e quando esta morrer se tornará resíduo capaz de manter uma outra planta. No caso do Lixo extraordinario, de fato é o que aconteceu. Famílias brotaram daquele aterro, a partir dos resíduos. Muitas vezes eles que se confundiram com o lixo agoram são a arte.
O documentário termina parecido como começou...com o Programa do Jô, porém dessa vez o convidado é um dos catadores. O apresentador faz a saudação apresentando o Tião Santos como catador de lixo, e este faz uma pausa pedindo licença, e conserta o que o Jô disse: "Não somos catadores de lixo. Nós catamos materiais recicláveis"...e o filme termina assim.
Bom, embora o centro do filme seja o catador, muito mais que o lixo, o que é formidável, haja visto que quem gerou o lixo foi o homem e o catador ali representa as possibilidades do homem lidar com o lixo de outros homens, lidar com a recusa de outros homens e a manutenção e continuidade da vida, o filme é o retrato do dilema homem x resíduos de seu consumo moderno e dessa convivência num mundo de desperdícios e de cada dia lutar pelo consumo do seu pão de cada dia.
Ir até o Aterro Sanitário é ver o caminho inverso do nosso consumo e perceber que o que consumimos talvez seja muito para nós, ou pelo menos para uma parte da civilização que consome demais, ao contrário de outros.
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| Esta foi a obra de arte que mais gostei no documentário. |
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quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Mude, mas cuidado com a direção!
Acabei de ler no blog da Recicloteca um artigo de nome "Mude, mas cuidado com a direção!" e achei muito interessante e crítico.
"Já dizia o poeta que mais importante que a velocidade da mudança é a direção que tomamos que faz a diferença."
"Mesmo as novas idéias, com um discurso ambientalmente correto, podem vir impregnadas com o antigo paradigma da nossa sociedade. "
"Um supermercado na Zona Sul do Rio de Janeiro pode ser citado como um caso exemplar. Na semana passada, uma reportagem do programa Cidades e Soluções (Globo News), mostrou como esta rede varejista destina para compostagem os legumes, verduras e frutas considerados fora do padrão de qualidade para serem comercializados aos seus fregueses. Vale ressaltar que a questão é justamente esta. Fora do padrão de qualidade para uma determinada classe social consumir. O material destinado para virar composto por este estabelecimento não estava impróprio para o consumo humano, como bem mostra as imagens do programa."
Link do texto na íntegra:
http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2010/08/12/mude-mas-cuidado-com-a-direcao/
"Já dizia o poeta que mais importante que a velocidade da mudança é a direção que tomamos que faz a diferença."
"Mesmo as novas idéias, com um discurso ambientalmente correto, podem vir impregnadas com o antigo paradigma da nossa sociedade. "
"Um supermercado na Zona Sul do Rio de Janeiro pode ser citado como um caso exemplar. Na semana passada, uma reportagem do programa Cidades e Soluções (Globo News), mostrou como esta rede varejista destina para compostagem os legumes, verduras e frutas considerados fora do padrão de qualidade para serem comercializados aos seus fregueses. Vale ressaltar que a questão é justamente esta. Fora do padrão de qualidade para uma determinada classe social consumir. O material destinado para virar composto por este estabelecimento não estava impróprio para o consumo humano, como bem mostra as imagens do programa."
Link do texto na íntegra:
http://recicloteca.org.br/blog/index.php/2010/08/12/mude-mas-cuidado-com-a-direcao/
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