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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Paixão por caminhão de lixo: Petros, o menino gari.

Interessante como muitas vezes a mente infantil é muitas vezes melhor que a mente adulta cheia de preconceitos que chegam a desconsiderar pessoas, profissões, lugares e coisas. Os erros de percepção dos indivíduos adultos e que vão se transformando em inconsciente coletivo acabam produzindo uma cultura excluedente onde habitam castas:  inferiores x superiores, importantes x não importantes etc, mas Petros, o menino que quer ser gari, nos lembra uma verdade que encontramos quando lemos o famoso livro "O Pequeno Príncipe". Que diz assim: "O essencial é invisível aos olhos". 
Eu como trabalho com treinamento na educação ambiental para Garis me sinto no dever de mostrar esse vídeo aos garis que trabalham comigo e a todas as pessoas.




Abraços, e que a fé e o amor sejam na nossa vida o referencial que nos direcione para alegria de saber que  "O essencial é invisível aos olhos". 
Em Cristo Jesus

Jorge Tonnera Jr.

domingo, 26 de junho de 2011

Peças de Carros viram Transformers

Aproveitando estarmos próxima da pré-estreia do terceiro filme da franquia "Transformers", parceria Harbro, Michael Bay e Spilberg, eu vou postar algumas coisas sobre o filme. E aproveitando que a temática principal do blog é ecologia e educação ambiental eu descobri um trabalho muito interessante de um chinês chamado Yang Junlin, de Huizhou, um auto-declarado apaixonado por Transformers. Segundo o site http://info.abril.com.br/noticias/blogs/planetaverde/carros/carros-que-realmente-viram-transformers/  o cara abriu uma fábrica para produzir suas próprias estátuas robôs feitas de partes de carro velho! O filme, que é baseado no famoso e saudoso desenho da década de 80 (aê galera dos vinte e quase trinta.rsss) que baseia-se na história de duas facções alienígenas cybernéticos que se transformam em carros para viver na Terra. Esse chinês fazer um trabalho de reutilização com peças de automóveis.
Quem quiser ver mais, basta acessar uma outra página.
http://www.grupo2toligado.blogspot.com/

quinta-feira, 17 de março de 2011

Do lixo extraordinário ao extraordinário consumo

O dia do consumidor passou (até pra isso inventam data comemorativa), foi nessa semana, mas fica a questão do lixo.

Assisti o Documentário "Lixo Extraordinário", de Vik Muniz, na empresa em que trabalho, bem antes de estrear no cinema e do Oscar. Quem ainda não assistiu, adianto que vale a pena. É o tipo de documentário que dá vontade de querer saber e ver mais após o término.

O documentário começa e termina com uma parte do Programa do Jô. O apresentador convida o artista Vik Muniz para falar da sua arte.
A história dos catadores com a arte que advém do subjetivo desuso e conceito da inutilidade é uma junção muito feliz.

A vida de fato surge dos rejeitos. Se formos reparar como a natureza funciona é necessário a existência dos resíduos para a continuidade da matéria viva. Quando uma planta nasce ela necessitou de resíduos que se tornaram nutrientes do solo, e quando esta morrer se tornará resíduo capaz de manter uma outra planta. No caso do Lixo extraordinario, de fato é o que aconteceu. Famílias brotaram daquele aterro, a partir dos resíduos. Muitas vezes eles que se confundiram com o lixo agoram são a arte.
O documentário termina parecido como começou...com o Programa do Jô, porém dessa vez o convidado é um dos catadores. O apresentador faz a saudação apresentando o Tião Santos como catador de lixo, e este faz uma pausa pedindo licença, e conserta o que o Jô disse: "Não somos catadores de lixo. Nós catamos materiais recicláveis"...e o filme termina assim.
Bom, embora o centro do filme seja o catador, muito mais que o lixo, o que é formidável, haja visto que quem gerou o lixo foi o homem e o catador ali representa as possibilidades do homem lidar com o lixo de outros homens, lidar com a recusa de outros homens e a manutenção e continuidade da vida, o filme é o retrato do dilema homem x resíduos de seu consumo moderno e dessa convivência num mundo de desperdícios e de cada dia lutar pelo consumo do seu pão de cada dia.
Ir até o Aterro Sanitário é ver o caminho inverso do nosso consumo e perceber que o que consumimos talvez seja muito para nós, ou pelo menos para uma parte da civilização que consome demais, ao contrário de outros.
Esta foi a obra de arte que mais gostei no documentário.
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