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domingo, 24 de novembro de 2013

traillers de Noé (Noah).

Cara, eu não canso de assistir aos trailers deste filme novo chamado "Noé" (Noah). Ao que parece será uma épico muito bom dos tempos modernos, com uma narrativa mais atual em termos de perspectiva e fatos. Além disso, o elenco conta com o "gladiador" Russel Crowe, o que por si só já me deixou curioso e instigado para ver logo o filme. Vale também comentar que a atriz que interpreta a esposa de Noé também me encanta. Ah, e tem a Hermione, quero dizer, Emma Watson (que me deixa curioso em termos de atuação para seu papel como esposa de um dos filhos de Noé). rsrsr. Ah! Caramba, quase esquece de falar de uma das figuras mais interessantes e que foi uma ótima e coerente sacada para o roteiro. Matusalém, interpretado por Anthony Hopkins. Mal vi e já estou pensando no blue-ray. kkkkkk



Veja mais em http://omelete.uol.com.br/noah-arca-de-noe/cinema/noe-assista-ao-trailer-do-filme-de-darren-aronofsky/#.UpKYLsTryIg


quarta-feira, 7 de março de 2012

Jejum de Carbono

Muito interessante quando a igreja é capaz de tornar visível o reino do Cristo. Uma prática tão usual nas igrejas chamado jejum e também dentre os judeus esse comportamento de abrir um espaço do dia ou da semana para deixar de se alimentar cujo significado tem implicações de parar a rotina da necessidade material para olhármos a necessidades outras além de ter um benefício para a saúde contra o câncer, segundo pesquisa recente, quando observado em sua essência podemos usá-lo também dentro de outras realidades. Incentivando a diminuição das emissões de carbono a Tearfund incentiva os cristãos a tornarem o jejum alimentar também para algumas coisas como por exemplo deixar de usar o carro em algum tempo. Taí uma dica. que tal ir de bike?

+ Jejum de carbono

Dos dias 22 de fevereiro a 07 de abril (nos 40 dias que antecedem a Páscoa) a Tearfund Internacional promove o Jejum de Carbono. A campanha consiste em oração e ações diárias que contribuem para a redução da emissão de carbono. Acesse os recursos disponíveis para o Jejum de Carbono (em inglês).

sábado, 7 de maio de 2011

Mãe: a figura referência da sustentabilidade

 Mãe: a figura referência da sustentabilidade

A própria maternidade é um ato em si de sustentabilidade. O simples fato de que a mãe é praticamente a casa do bebê que está em sua barriga durante nove meses a manutenção desta casa é a condição pré pra que o bebê continue a desenvolver-se e culmine no nascimento e que saia uma criança saudável. 

 
No entanto fato é que biologicamente falando a mãe não precisa do filho; o filho é que precisa da mãe. Nessa semelhança assim somos nós em relação ao planeta. Nós somos esse filho e a mãe é o planeta, onde este não precisa de nós, mas nós precisamos dele.
 
O mais interessante é que este elo orgânico entre mãe efilho perdura ao longo da existência e a coexistência entre filho e mãe nos leva a comportamentos que vão de encontro com o tipo de educação que tivemos. São experiências que temos na infância e que até hoje estão presentes em nossas vidas muitas vezes. Determinadas formas de pensar ou de agir se referem ao contexto familiar diretamente.   
 
E de fato o cuidado com o meio ambiente tem a ver com um espírito parental. Sentir-se parte é como estar
anelado num contexto familiar. O Greenpeace também fez a sua campanha e como bem disseram: “É preciso ter cabeça de mãe para compreender que estamos abusando demais do planeta Terra, e mais ainda "Só uma mãe consegue olhar tanto à frente, porque ela pensa no bem-estar dos filhos até quando não estará mais por perto” diz o texto do greenpeace. "Mães pelo Clima", foi uma campanha promovida pelo Greenpeace Brasil em que as mães deixavam as fotos de seus filhos no site. Muito interessante! 
Também uma iniciativa canadense, mas de alcance mundial, foi o "Mães Contra as Mudanças Climáticas" (Mom Against Climate Change), cuja ideia foi fomentar a mobilizar atitudes e informações ligadas a o cuidar em relação ao meio ambiente e garantir assim um futuro melhor para os filhos.
Além dessas, outra iniciativa foi o projeto Aliança das EcoMães (EcoMom Alliance),com basicamente mesmo objetivo formando uma rede.

Como Jesus se colocou como uma ave mãe dizendo a Jerusalém que ele gostaria de colocá-los debaixo de suas asas, assim também possamos cuidar de nossa cria. Um feliz Dia das mães!
 



domingo, 17 de abril de 2011

Novo modelo de gravidade na Terra e uma antiga figura eternizada na memória

No finalzinho do mês passado foi divulgado na impressa que Europeus conseguiram projetar graficamente o mais novo e um dos mais exatos modelos da gravidade na Terra, revelando como a gravidade está distribuída ao longo do planeta. Segundo publicado no site da "Folha.com", "o modelo serve como referência para medir a movimentação dos oceanos, a mudança do nível do mar e a dinâmica do gelo, o que pode abrir precedente para entender com maior profundidade as mudanças climáticas (...), e processos que levam à formação de terremotos". Um tempo depois alguém fez uma charge dessa forma gráfica modelo comparando com o logo do famoso navegador (browser) da internet, o Mozilla Firefox. Mas antes disso, na verdade assim que vi a reportagem desse novo modelo, me veio quase instantaneamente uma imagem que me é muito familiar. Segue abaixo:

Novo modelo de gravidade na Terra


Uma antiga figura eternizada na memória


Quem já é leitor deste blog sabe que "O Pequeno Príncipe" não sai daqui.rsrsss...

Jorge

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Mudanças climáticas: Princípio da Precaução, teoria do caos e ética.



Sabemos que há um profundo debate sobre mudanças no clima, onde por vezes ocorrem discordâncias sobre variação de temperatura, projeções, medidas compensatórias e mitigadores e soluções maiores, consequências, se um desastre foi por conta do efeito de mudança no clima em suas variáveis. Porém o mais polêmico é a discussão da realidade sob duas discordâncias: 1ª) "As mudanças climáticas e o aquecimento global são reais?" 2ª) Se as mudanças climáticas e o aquecimento global são reais, realmente é o homem o grande causador?"
Qualquer tentativa de demonstrar alguma certeza diante do clima terá que considerar o Princípio da Incerteza enunciado por Heisenberg em 1928. Como dentro de mecânica quântica, impondo restrições à precisão com que se podem efetuar medidas simultâneas de uma classe de pares de observáveis. Isto implica profundidade na forma como vemos o mundo. É impossível prever acontecimentos futuros com precisão, pois não há como medir com precisão o estado do Universo num dado momento. Segundo o princípio da incerteza, não se pode conhecer com precisão absoluta a
posição ou o momento (e, portanto, a velocidade) de uma partícula. Não se trata de ciências exatas para tratarmos da busca por certezas absolutas.
Parece-me bastante razoável considerarmos o que um princípio de direito ambiental pode nos ajudar a resolver esses impasses que muitas vezes diminui o nível dos debates e da importância do tema. O chamado Princípio da Precaução, que encontra-se inserido no Princípio 15 da Declaração do Rio de Janeiro, e expressa o seguinte:
"Quando houver ameaça de danos sérios ou irreversíveis, ausência de absoluta certeza científica não deve ser utilizada como razão para postergar medidas eficazes e economicamente viáveis para prevenir a degradação ambiental".
Sobre este princípio é dito ainda na Declaração: "De modo a proteger o meio ambiente, o princípio da precaução deve ser amplamente observado pelos Estados, de acordo com suas capacidades".
O Princípio da Precaução é a garantia contra os riscos potenciais de um estado do conhecimento do momento incompleto ou até mesmo incapaz de um consenso. Este princípio expressa a necessidade de haver uma postura
equilibrada e de bom senso. Ele se expressa quando há a possibilidade de uma ameaça. O fato é: Há ameaça? Pois para que tal princípio seja aplicável é necessário antes saber se realmente há possibilidade de ameaça.
Parece-me também, no mínimo, bastante razoável considerármos que há sim ameaça, já que estamos alterando ainda que minimamente, acrescentando e assim mudando o quantitativo de partes de determinados componentes que influenciam diretamente o clima. Como o clima é variável qualquer mudança em um parâmetro, ainda que de maneira tímida, poderia influenciar o curso natural das coisas, ou melhor, o ciclo estabelecido. Há uma série de fatores que deveriam ser considerados para que houvesse certeza sobre o clima, e é justamente a imprevisibilidade completa de como o clima se comporta entre um dia e outro, quais propriedades influenciaram exatamente, com que intensidade, quando e como de maneira precisa ao extremo, que é cabível de monitoramento. Se ele fosse tão previsível não necessitaria de tanto monitoramento. Somente um sistema
homogêneo poderia nos dar uma certeza real, já que tal sistema seria aquele que tem as mesmas propriedades em todos os seus pontos. A rigor não existe. Querer entender o clima de forma a controlá-lo em termos de
certeza passaria a ter que admitir uma mudança de situações aleatórias para padronizadas num sistema aberto. Impossível! É a somatória de desvios que torna o sistema clima imprevisível em termos de ciências
exatas todos os dias. Pensamentos lineares não servem para entender a vida enquanto estado dinâmico. Precaver é diferente de prever, e qualquer prevenção na esfera do clima deve considerar todas as combinações possíveis diretas e indiretas o que seria impossível dadas tantas variações naturais e distribuidas pelo homem já há mais de 100 anos de industrialização. Podemos até imaginar considerando através do ciclo da vida, sabendo que o vento, a pressão, a temperatura influenciam as correntes marinhas e o vento, mas "No princípio da precaução previne-se porque não se pode saber quais as conseqüências (reais e totais) ao meio ambiente no espaço e no tempo, quais os reflexos de uma pequena alteração/desvio. Alguns pesquisadores já conseguiram experiências capazes de simular o resultado de sistemas como o clima, mas ainda assim, a maior parte dos cálculos previam um mínimo de constância dentro do sistema, o que dificilmente se encontraria na natureza. A vida é assim, é inconcebível que algo, sem a mediação de alguma coisa, consiga atuar sobre e afetar outra coisa sem contato mútuo. Tal contato mútuo muitas vezes ocorre aleatoriamente. O comportamento aleatório e imprevisível mostram irregularidades na natureza como um todo. Isto ocorre a partir de pequenas alterações imperceptíveis que aparentemente nada têm a ver com o evento futuro. Estatisticamente isto ocorre porque há sempre pequenas alterações na alimentação e na realimentação e retroalimentação dos sistemas, que embora caminham para
serem estacionários, desvios podem provocar mudanças drásticas inclusive rupturas no sistema, a longo prazo.
A natureza não pode ser entendida perfeitamente nem quantificada nem de maneira alguma perfeitamente medida. Consideremos o fato de que o clima é um sistema, um grande conjunto de variáveis que estão arranjados e interagindo a todo instante. Qualquer mudança em algum destes parâmetros destas variáveis levará a mudanças. No caso aqui Mudanças Climáticas!
"O bater de asas de uma borboleta no Brasil pode fazer um furacão na China".
"Ao efeito da realimentação do erro foi chamado mais tarde por Lorenz de Efeito Borboleta, ou seja uma dependência sensível dos resultados finais às condições iniciais da alimentação dos dados. Assim, qualquer
que fosse a distância entre dois pontos diferentes, depois de um tempo os pontos estariam separados e
irreconhecíveis".(
http://pt.wikipedia.org/wiki/Teoria_do_caos#Efeito_Borboleta)
Uma das melhores ilustrações deste conceito científico é apresentado nesta noção de que o bater das asas de uma borboleta num espaço distante do planeta pode gerar uma tormenta no outro extremo do planeta
num intervalo de tempo de semanas. Isto é um exemplo de Teoria do Caos, teoria que explica o funcionamento de sistemas complexos e dinâmicos. Um pequeno evento pode ir levando a outro como numa cascata e gerando
novos eventos e estes eventos vão interagindo uns com os outros de forma que prever o que pode acontecer ao final deste processo pode gerar situações inimagináveis. É por esse motivo que as previsões meteorológicas não são perfeitas, pois são tantas variáveis interagindo que torna impossível de ser exato. Assim sendo é fato que há alguns riscos que não se assumem nessa discordância sobre Mudança Climática e que deveriam ser frisados. O
risco do "Mas, e se for mesmo?..." deveria ser considerado. É isto que o tal princípio da precaução nos pergunta. Os estudos de Mudanças do Clima não são recentes, e a Teoria do Caos é mais que suficiente para
provar que pequenas mudanças de parâmetros podem desencadear uma grande mudança num sistema. Além disso, a ética, nos dá o sentido maior sobre tudo isso, pois que ela pode nos perguntar, mesmo sob condições de incerteza: "Podemos jogar roleta russa com os parâmetros ambientais e os recursos cíclicos naturais da vida"?
Se movendo em Cristo,
Jorge Tonnera Júnior
Aloha! Amém!!

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Uma projeção da rota humanidade


Por Jorge Tonnera Júnior

Estamos vivendo tempos de espera, onde aguardamos alterações de ordem global, mudanças estruturais, funcionais, aguardamos olhando a cada chuva e a cada verão forte o tão falado Aquecimento Global. O mundo está em pessimismo e já vive esta desordem. Muitos vêem na crítica ecológica o final da passagem humana pela Terra, assistem um "nada muda" em termos de resposta à crise, vêem um rumo sem saída e sem
volta. É só esperar acabar... E de fato, do jeito que as coisas andam, se eu não estivesse atrás da
cruz eu mesmo, ainda que com o conhecimento de que há perspectivas de possibilidade de mudança através das novas idéias aliadas às tecnologias, eu possivelmente apenas sentiria o pesar pelo ser humano.
Experiências tecnológicas de alto risco, instabilidade do oriente médio, terrorismo, crises finaceiras, epidemias (sendo relativamente em curtos períodos de tempo entre uma e outra: Vaca louca, Gripe Aviária, SARS, Gripe H1N1), extinção de seres vivos, e desestabilização de serviços ecossistêmicos, poluição, engenharias irresponsáveis inclusive geneticamente, o poder crescente nas mãos de poucos cada vez maior (haja vista a própria engenharia genética a serviço de empresas, nações se armando, 1/6 da humanidade consumindo 78% dos recursos naturais, os ricos ficando mais ricos, desigualdade social etc) são exemplos claros. É evidente que tudo isso através da ação humana. A própria cultura popular herética e ímpia se assusta e se escandaliza com tudo isso. De tempos em tempos conta-se e escolhem supostas datas para o término do homem no planeta, sendo a mais recente a falácia "2012". Mas sabemos baseados nos relatos de sociedades que ruiram (o povo rapanui da Ilha de Páscoa, os Maias etc) e sumiram da terra, que povos e culturas se extinguiram por chegarem a um limite sem retorno em que um abismo levou a outro e não conseguiram voltar, como num jogo de "Cai
não Cai"(aquele das bolas de gude sustentadas por varetas). Mas no rumo da humanidade está um ponto ainda não re-conhecido e não considerado... o ponto de transformação, o fator cruz, o evento a.C/d.C, Jesus Cristo! A fé cristã, em sua definição é essencialmente otimista por natureza, uma vez que considera a fé como que sendo "a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem" (Hb 11.1). A esperança
cristã é marcada pelo fato de que Jesus mostra ao homem o homem (o homem a si mesmo), e o homem que Deus quer, através do Deus que o homem precisa, no Deus que quer e salva o homem, e assim, por meio disso,
restaura a criação em sua totalidade, e o cosmos todo. Nele há a salvação da vida: a existência, o eu, o eco, o cosmos.
Paulo, em sua carta aos Romanos (no capítulo 8) fala de expectativa para o futuro. Nesse momento de hoje o mundo está esperando um futuro duvidoso. Mas a expectativa de Paulo é esperançosa e animadora, assim
como o Apocalipse de João (capítulos 21-22) fala desta mesma expectativa esperançosa e gratuita, numa condição de vida nova. A ressurreição de Jesus é um evento pleno, unificando o passado, presente e o futuro em relação ao mundo, nós e Deus. No evangelho está o anúncio de uma novidade de vida, e toda novidade
que é boa traz esperança, uma mudança, uma ruptura no sistema, uma quebra de paradigmas.
É interessante rever no evangelho de Mateus, onde Jesus diz aos seus discípulos como ele voltará triunfantemente. A respeito destas nossas expectativas chega a ser categoricamente irônico o fato de Jesus vir descendo dos céus, descendo das nuvens, num mundo de Mudanças Climáticas! Vejam que ele vem com as nuvens, e o que são nuvens senão
fenômenos da interação do clima? Num mundo que espera do céu excesso de calor, fenômenos de seca, violentas tempestades e furacões, bem como a mudança de clima deslocando populações, economias, culturas e demais espécies de seres vivos, e podendo gerar guerras e conflitos políticos, econômicos, sociais e ambientais, eis que vem o Filho do homem.
"e verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens do céu, com poder e
grande glória". Mateus 24:29-35.
“Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até quantos o
traspassaram. E todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele.
Certamente. Amém.” Apocalipse 1.7



Esperando por ele que vem das nuvens,


escrevendo e falando dele, para ele e por ele,


Hosana nas maiores alturas! Amém!!!
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