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domingo, 24 de novembro de 2013

traillers de Noé (Noah).

Cara, eu não canso de assistir aos trailers deste filme novo chamado "Noé" (Noah). Ao que parece será uma épico muito bom dos tempos modernos, com uma narrativa mais atual em termos de perspectiva e fatos. Além disso, o elenco conta com o "gladiador" Russel Crowe, o que por si só já me deixou curioso e instigado para ver logo o filme. Vale também comentar que a atriz que interpreta a esposa de Noé também me encanta. Ah, e tem a Hermione, quero dizer, Emma Watson (que me deixa curioso em termos de atuação para seu papel como esposa de um dos filhos de Noé). rsrsr. Ah! Caramba, quase esquece de falar de uma das figuras mais interessantes e que foi uma ótima e coerente sacada para o roteiro. Matusalém, interpretado por Anthony Hopkins. Mal vi e já estou pensando no blue-ray. kkkkkk



Veja mais em http://omelete.uol.com.br/noah-arca-de-noe/cinema/noe-assista-ao-trailer-do-filme-de-darren-aronofsky/#.UpKYLsTryIg


sábado, 18 de agosto de 2012

Os alimentos que estão em risco de extinção no Brasil


Copiado do blog do Leonardo Sakamoto, de 18/08/2012 - 5:00
http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2012/08/18/os-alimentos-que-estao-em-risco-de-extincao-no-brasil/

Há cerca de 800 alimentos que correm o risco de sumir do mapa, de entrar em extinção mesmo, como certos animais. Dezenas deles só no Brasil. Xavier Bartaburu, um dos grandes repórteres de nossa geração, conhece o país de ponta a ponta. Agora, ele está visitando comunidades brasileiras onde esses alimentos são produzidos de forma artesanal e sustentável para contar suas histórias. Garantir a preservação deles não é  importante apenas por questões de biodiversidade, mas também porque esses alimentos nos lembram como chegamos até aqui e a nossa identidade.

Pedi para o Xavier um texto para o blog sobre esses alimentos em risco. Segue abaixo.

Coma enquanto é tempo

Deixemos de lado a ararinha-azul, por enquanto, e falemos da cagaita. E também da mangaba, do baru e do berbigão. E de outras dezenas de alimentos brasileiros que, como os bichos, correm igual risco de extinção. Afinal, comida, antes de ser refeição, também é ser vivo. E, como tal, pode sumir do mapa antes mesmo que você saiba de sua existência. Veja a cagaita, fruta do Cerrado aparentada com a pitanga: enquanto ela não chega à sua mesa, os cagaiteiros vão sendo sumariamente derrubados para dar lugar a pasto para o gado e lavouras de soja.

O fato é que existe um patrimônio alimentar, tão valioso como ignorado, que há séculos consiste em fonte de subsistência e identidade para milhares de comunidades tradicionais no Brasil e no mundo. Ou seja, essa população não só mata a fome e extrai renda desses alimentos como, em muitos lugares, faz da sua exploração uma expressão própria de suas tradições culturais. É o caso, por exemplo, das quebradeiras de babaçu do Maranhão, dos pescadores de Pirarucu no baixo Amazonas e dos índios Sateré-Mawé, produtores de guaraná nativo.

Proteger a biodiversidade alimentar seria, assim, uma maneira de também garantir a essas comunidades o acesso aos recursos naturais dos quais dependem. Da mesma forma que, com o devido apoio, as famílias podem estimular a produção e torná-la viável comercialmente – nesse caso, a demanda do mercado ajudaria a preservar o produto. Foi o que aconteceu no sertão baiano, de onde todo ano saem milhares de potes de geleia de umbu para correr o mundo.

Essa, claro, é a parte difícil. Afinal, quem quer saber de umbu num mundo onde quem dita as regras à mesa são o agronegócio e a indústria alimentícia? Não bastasse o desprezo do mercado, os pequenos produtores são ainda obrigados a conviver com a destruição do habitat – como ocorre nos manguezais sergipanos, onde vive o caranguejo aratu –, a dependência dos atravessadores e a falta de estímulo às gerações mais jovens, irremediavelmente impelidas ao êxodo rural.

Por sorte ainda tem quem goste de umbu ou de cagaita, e é desse pessoal que tem vindo o principal incentivo aos pequenos produtores. São, basicamente, chefs e gourmets empenhados em identificar, resgatar e divulgar sabores esquecidos ao redor do mundo. Alguns agem por conta própria, mas muitos estão conectados à Fundação Slow Food para a Biodiversidade, entidade criada há três décadas na Itália e que hoje tem mais de 100 mil associados em 150 países.

Sua bandeira é a chamada ecogastronomia, conceito que alia o prazer de se comer à consciência social e ambiental. Para a Slow Food, a comida, para ser de qualidade, deve também ser socialmente justa e ambientalmente limpa. Uma de suas ações nesse sentido é a criação da Arca do Gosto, uma lista que tem por objetivo divulgar o patrimônio mundial alimentar em vias de extinção.

Todos os produtos aqui citados pertencem à Arca brasileira – são 24 no total. No mundo, a lista ultrapassa os mil itens, da baunilha de Madagascar ao queijo da Transilvânia. A ideia é que, uma vez na Arca, um ingrediente avive o interesse do público e do mercado a ponto de estimular sua produção e, mais adiante, garantir sua presença no planeta. Paladares exigentes agradecem.


http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2012/08/18/os-alimentos-que-estao-em-risco-de-extincao-no-brasil/

terça-feira, 20 de março de 2012

Cristãos e o Código Florestal


Dada a situação em que nós vivemos imersos a uma realidade confusa e absurda em que os cristãos brasileiros tem vivido diante de determinadas coisas resolvi escrever.
Faltando apenas alguns meses da Rio +20, evento em que o Rio de Janeiro abrigará delegações de todas as partes do mundo para tratar das questões de meio ambiente 20 anos depois da Rio (ECO)92, quando por ocasião da participação de diversos setores da sociedade civil, incluindo aí os religiosos, poderemos nós cristãos participar com nosso testemunho enquanto primícias da nova criação do Deus vivo. No entanto mesmo diante dessa oportunidade que temos, a bancada "evangélica" busca troca de favores com a bancada ruralista para derrotar o governo quanto a questão da bebida alcóolica da Copa do Mundo. Para que isso ocorra a contra-parte desse favor será a bancada "evangélica" votar a favor da abertura do Código Florestal para que os ruralistas façam o que queiram. É bem possível que se esses evangélicos votarem em massa a favor das mudanças ruralistas dentro do Código Florestal a derrota para a proteção das florestas será quase certa.
Por tudo isso não podemos fechar os olhos diante de um segmento que não nos representa politicamente muito menos religiosamente, que nos constrange e é irrelevante perante a sociedade como um todo, que muitas vezes não passa de departamento burocrático de interesses privados e lucrativos de "igrejas-empresas".
Não se trata de polarizar uma questão tão complexa quanto a do Código Florestal, mas a arbitrariedade e levianismo da dita cuja bancada foge a ética em troca de favores. Essa é a diferença entre políticas públicas e politicagens privadas...
Nojo, muito nojo!!!!! Se eu homem miserável que sou, cheio de pecado, senti um grande nojo, fico imaginando o Senhor Jesus vomitando por causa desses vendilhões. É a lentilha de Jacó na mesa de Esaú!
Temos vivido um tempo de empoderamento religioso que tem criado richas e disputas que afugentam o evangelho daqueles que mais precisam. A cada semana surge uma denúncia quanto aos evangélicos. Está na hora de mexermos as coisas. Nós que cremos no evangelho por inteiro e não um evangelho fragmentado, de prosperidades irrealistas.
Se nós somos a boa notícia do Reino do Cristo vivo de fato o que vamos apresentar de bom para essa nação que sofre injustiças sociais?
A bancada ruralista há bastante tempo têm insinuado que o Código Florestal tem sido impraticável, e acusado de atrasar o país e prejudicar o homem do campo, mas isso não passa de inverdades. Pois que estão usando o Código para carapuça. Estão criando essas visões, mas na realidade o problema é que os mesmos não querem a Reforma Agrágria. Desta maneira querem que acreditemos que o problema da produção de alimentos e dos pequenos agricultores é o Código Florestal, que aliás protege o pequeno agricultor, e esquecemos que precisamos de uma Reforma Agrária. Leiam o artigo que escrevi aqui: "Código Florestal e a agrofloresta, um conceito contra uma Retórica de Sesmarias".  
 
Por conta disso o que podemos fazer? Um envio de uma carta aberta a sociedade, a um jornal ou ao próprio senado? Uma manifestação ? Uma caminhada? Sou favorável as duas últimas opções, mas quantas forem possíveis também. No entanto tenho certeza que sozinho serei irrisório. Na verdade não saberia como reagir sozinho. No entanto na fé e na esperança de que que com 2 ou 3 pessoas Jesus estará e que nós somos uma comunidade, nós somos a comunidade na terra da vontade do céu. Somos o candeeiro que não pode ser aceso embaixo da cama, nem deixado ao vento da janela que leva a cortina a pegar fogo e destruir a casa, sei e creio que poderemos ter atos dignos do verdadeiro evangelho do Reino, o qual os anjos gostariam de proclamar, mas que a nós pertence tão grandiosa missão.
Esses que querem agir como candeeiro embaixo da cama e na janela a destituir e fragmentar a vida querem tacar fogo na casa. E nós? Onde estaremos?! Vamos todos nos juntar e num ato profético em favor da causa socioambiental bater palmas como as árvores de Isaías 55:12: "Pois com alegria saireis, e em paz sereis guiados; os montes e os outeiros romperão em cânticos diante de vós, e todas as árvores de campo baterão palmas".
Bem interessante o fato do texto de Isaías nos falar até de montes quando o Código Florestal procura proteger encostas e cumes de morros...
  Se calármos as pedras clamarão. Ou melhor, já estão gritando...Chegou a hora de cantármos junto com as árvores a entrada do Messias, a grande Árvore da Vida, nesse planeta que geme e aguarda a manifestação dos Filhos de Deus ( Romanos 8: 19 a 22 ).
 
Pelo que foi pendurado num madeiro de uma árvore a derramar seu sangue por nós,
Jorge Tonnera Jr
Biólogo Educador Ambiental, especialista em Gestão Ambiental
Segue abaixo a notícia:

Sábado, 17 de março de 2012

Evangélicos buscam ruralistas para derrotar governo
Contrários à venda de bebidas alcoólicas nos estádios, deputados evangélicos buscam apoio de ruralistas para tentar impor derrotas ao governo no Congresso.

A reportagem é de Maria Clara Cabral e Simone Iglesias e publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, 17-03-2012.
A ideia é que as duas bancadas, que têm mais de 170 deputados, votem unidas nos principais projetos em discussão na Câmara: Lei Geral da Copa e Código Florestal.
A pedido dos evangélicos, os dois grupos tentarão derrubar o artigo que libera explicitamente a venda de bebidas nas arenas durante a Copa de 2014.
Em acordo firmado com a Fifa em 2007, o país se comprometeu a liberar as cervejas nos jogos.
Em contrapartida, os evangélicos apoiariam os ruralistas e votariam a favor do relatório de Paulo Piau (PMDB-MG) do Código Florestal.
O texto desagrada o governo por ter suprimido trecho que previa o bloqueio do crédito para quem não aderir a programas de regularização ambiental em cinco anos.
"Vamos nos unir para o bem do país", disse o deputado João Campos (PSDB-GO), líder da bancada evangélica no Congresso.
A estratégia de juntar forças foi traçada por Campos e Eduardo Cunha (PMDB-RJ), também evangélico, e levada para Moreira Mendes (PSD-RO), líder ruralista. O deputado diz que a ideia será discutida por sua bancada na próxima segunda-feira.
Além dos dois grupos, outros deputados insatisfeitos na base ameaçam votar contra o governo nesses pontos. Preocupado, o Planalto estuda adiar as votações.
Com a aliança entre as bancadas, a maioria governista não é suficiente para aprovar os projetos com folga.
Se o acordo for concretizado, não será a primeira vez que a bancada evangélica cria problemas para a presidente Dilma Rousseff. Para tentar acalmá-los, Marcelo Crivella (PRB) foi indicado para o Ministério da Pesca.
Evangélicos também causam embaraço ao ameaçar usar o chamado "kit gay" - material anti-homofobia encomendado pelo Ministério da Educação- contra o ex-ministro Fernando Haddad, pré-candidato do PT em SP.
Criticam ainda os ministros Eleonora Menicucci (Políticas para Mulheres), que se posicionou a favor do aborto, e Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral), que defendeu uma disputa "ideológica" contra a hegemonia evangélica.
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