Mostrando postagens com marcador abelhas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador abelhas. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Como é ser uma abelha?

Fonte: http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/como_e_ser_uma_abelha_.html

Como é ser uma abelha?

Por muito tempo imaginou-se que os animais, e em particular os insetos, fossem criaturas simples, reflexas, com comportamentos instintivos fisicamente determinados; atualmente essa idéia está sendo revista: hoje se sabe que eles podem até fazer escolhas

junho de 2009
Christof Koch
© ISTVAN FERGE/SHUTTERSTOCK
Quer você esteja sobre uma moto avançando sinuosamente pelo tráfego, correndo pelas montanhas, dançando um rápido rock`n`roll, lendo um livro cativante, fazendo amor ou discutindo com um amigo, os olhos, ouvidos, sensores de pele e dos órgãos pintam a cada momento, na tela da mente, um quadro absorvente do exterior – inclusive de seu próprio corpo. Desconfio que essa sensação não seja diferente do modo como os animais vivenciam conscientemente o mundo. Exceto, talvez, pelos grandes primatas antropomorfos e alguns outros animais privilegiados com grande cérebro, a maioria das espécies não possui o senso altamente desenvolvido do eu, a capacidade de refletir sobre si mesmo, que os seres humanos têm. A maioria dos biólogos e donos de bichos de estimação está disposta a conceder consciência a gatos, cães e outros mamíferos. Contudo, nossas intuições nos decepcionam inteiramente quando consideramos peixes e pássaros, para não falar de invertebrados como lulas, moscas ou vermes. Será que eles vivenciam as visões e sons, as dores e os prazeres da vida? É claro que eles não podem ser conscientes – parecem muito diferentes de nós, estranhos demais.

Imaginava-se há muito tempo que os insetos, em particular, fossem criaturas simples, reflexas, com comportamentos instintivos fisicamente determinados. Não mais. Consideremos as assombrosas capacidades das abelhas melíferas, Apis mellifera. Os pesquisadores Martin Giurfa, Mandyam Srinivasan e Shaowu Zhang, o primeiro da Universidade de Toulouse, na França, e os dois últimos da Universidade Nacional Australiana de Canberra, treinaram abelhas soltas, utilizando água açucarada como recompensa, em uma variedade de complexas tarefas de aprendizado. Os neuroetologistas ensinaram as abelhas a voar para dentro e para fora de altos cilindros com uma única via de entrada e dois orifícios de saída. Cada inseto precisava escolher uma das duas saídas do cilindro e continuar o vôo. Esses cilindros foram dispostos em ângulos para formar labirintos com vários níveis de pontos de ramificação em "Y" que as abelhas encontravam antes de chegar à estação de alimentação desejada. Em um conjunto de experimentos, os cientistas treinaram as abelhas uma trilha de marcas coloridas, como em uma gincana. Elas poderiam então usar – mais ou menos – a mesma estratégia em um labirinto inteiramente desconhecido. Surpreendentemente, conseguiram usar a cor de maneira abstrata, virando para a direita, por exemplo, quando o ponto de ramificação era azul, e para a esquerda quando era verde. Individualmente, animais desenvolveram estratégias bem sofisticadas, como a regra de “virar à direita”, que sempre levava à meta, embora não necessariamente pela rota mais curta.
Nos seres humanos, o armazenamento de curto prazo de informações simbólicas – como quando colocamos o número de telefone de um conhecido na memória do celular – está associado a um processamento consciente. Seriam as abelhas capazes de lembrar de informações relevantes à tarefa? Um teste costuma ser utilizado para avaliar a existência de retardo: o indivíduo olha para um quadro por alguns segundos. A imagem-teste então desaparece por 5 ou 10 segundos. Subsequentemente são mostrados dois quadros um ao lado do outro e o animal precisa optar, apertando uma alavanca ou movendo os olhos, para indicar qual das duas imagens era a imagem-teste. Isso poderá ser corretamente realizado se ele se lembrar da figura. Numa versão mais complexa, a tarefa de escolha diferente do modelo para retardo (EDM-R), exige uma etapa adicional de processamento: a opção pela imagem oposta àquela anteriormente mostrada.

Embora não possamos esperar que abelhas apertem alavancas, elas podem ser treinadas para pegar a saída da esquerda ou da direita dentro de um cilindro modificado para o teste. Um disco colorido serve como um sinal na entrada do labirinto, de forma que a abelha o veja antes de começar o percurso. Uma vez lá dentro, ela precisa escolher o ramo que exibe a cor que corresponde (ECM-R) ou não corresponde (EDM-R) à cor da entrada. As abelhas realizam bem as duas tarefas. E até generalizam para uma situação que nunca encontraram antes. Isto é, uma vez treinadas com cores, elas "entendem" e podem seguir uma trilha de listras verticais, se um disco com grades verticais estiver à esquerda da entrada do labirinto. Esses experimentos demonstram que as abelhas aprenderam uma relação abstrata independentemente da natureza física dos estímulos.

Esses estudos não provam que as abelhas são conscientes, mas indicam que até este momento não temos motivo para duvidar disso. Abelhas são criaturas altamente adaptativas e sofisticadas, com pouco menos de 1milhão de neurônios comprimidos em menos de 1 milímetro cúbico de tecido cerebral e interconectados (de maneiras que estão além do nosso atual conhecimento). A densidade neural do cérebro desses insetos é cerca de dez vezes maior que a de um mamífero, que a maioria de nós considera o ponto mais elevado da evolução deste planeta. Nos seres humanos, a perda generalizada de córtex cerebral, como no caso da paciente em estado vegetativo Terri Schiavo, leva a uma perda irreversível da consciência. Isso não quer dizer que um córtex cerebral seja necessário para consciência em criaturas com uma herança evolutiva diferente.
Abelhas vivem em organizações sociais altamente estratificadas, embora flexíveis, com aptidões como tomada de decisão em grupo que rivalizam, em eficiência, com os comitês acadêmicos, corporativos ou governamentais. Na primavera, quando formam enxames, as abelhas escolhem uma nova colmeia, que precisa satisfazer muitas demandas em dois dias (pense nisso na próxima vez em que sair em busca de um lugar para morar...). Elas transmitem informações sobre o local e a qualidade de fontes alimentares utilizando a dança. Podem voar vários quilômetros e voltar à colméia, numa notável façanha de navegação. Seu cérebro parece ter incorporado um mapa do ambiente. E um aroma levado pelo vento até a colmeia costuma desencadear um retorno ao local onde encontraram anteriormente esse odor. Esse tipo de memória associativa foi divinamente descrito pelo romancista francês Marcel Proust (1871-1922) na obra Em busca do tempo perdido.

Dada toda essa habilidade, por que quase todo mundo rejeita instintivamente a ideia de que abelhas ou outros insetos poderiam ser conscientes? O problema é que elas são diferentes demais de nós, humanos. Mas o simples fato de serem pequenas e viverem em colônias não quer dizer que não possam ter estados subjetivos, que não sintam a fragrância do néctar dourado ou calor dos raios solares ou, talvez, até possuiam um senso bastante rudimentar e primitivo do eu. Não estou argumentando a favor do pan psiquismo, da noção de que qualquer coisa seja consciente. Nem afirmo que abelhas possam raciocinar ou refletir sobre seu destino como os insetos dos desenhos animados.

O que esse dilema destaca é que não existe uma teoria aceita da consciência, nenhuma hipótese por princípios que nos informe quais sistemas, orgânicos ou artificiais, são conscientes e por quê. Na ausência dessa resposta, devemos, no mínimo, permanecer agnósticos sobre a consciência nessas criaturas. Portanto, na próxima vez em que uma abelha pairar sobre seu suco, afugente-a delicadamente, pois ela poderá ser um ser consciente como você, vivenciando o breve interlúdio na luz, espremido entre esse momento e a eternidade. (– Tradução Vera de Paula Assis)

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Meliponicultores contam com assistência técnica da EBDA


A meliponicultura é uma alternativa para a agricultura familiar por proporcionar o aumento de renda extra, por meio do aproveitamento da potencialidade da cultura. Desde a coleta de néctar, pólen e resina das plantas. Também pode ser desenvolvida em paralelo com outras atividades agrícolas e contribui para a manutenção do homem no campo. Neste âmbito, a gerência regional de Irecê da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA) expande ainda mais as ações de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), para minimizar as consequências da estiagem prolongada na região.
O técnico rural da EBDA, Áureo Dourado, afirma que as abelhas sem ferrão são os principais agentes polinizadores de várias plantas nativas do Território de Irecê. Isto comprova que a meliponicultura é uma atividade de baixo impacto ambiental e garante um retorno financeiro aos agricultores familiares. “A meliponicultura é uma atividade ecológica, que contribui para a perpetuação e manutenção das espécies dos mais diversos tipos de vegetação. A criação de abelhas também promove o aumento na produção agrícola, através da polinização”, explicou.
No Povoado de Descoberta dos Pirocas, município de João Dourado, distante 28 quilômetros de Irecê, vive o apicultor Antônio Dias, que mantêm 300 colônias de abelhas sem ferrão no quintal de sua residência há mais de dez anos. “Vocação para criar abelhas eu sempre tive. Com a atual situação da seca, estou preservando as abelhas para manter o meliponário e a sobrevivência das espécies. Neste sentido, a EBDA é uma parceria na troca de informações”, disse.
Para suprir as necessidades de alimentação das abelhas, Dias fornece alimentação artificial produzida com xarope de sacarose, em função da redução do néctar e pólen. “A maior produção foi de 270 litros de mel, quando eu tinha 160 colônias”, contou.
As abelhas sem ferrão podem ser abrigadas em colmeias racionais, que facilitam o manejo, extração do pólen e mel, proporcionando a multiplicação das espécies, com mais facilidade. Estes meliponicultores ainda utilizam outra forma ecológica e prática de obter novas colônias: a utilização de caixas-iscas, que consiste na colocação de colmeias vazias próximas ao meliponário, onde aguardam um novo enxame oriundo das colônias já existentes no meliponário, através do processo de enxameação.
Experiência e dedicação unidas em um só lugar – “Eu visualizava a caatinga sendo desmatada e aquilo me angustiava. Foi assim que comecei a proteger as abelhas aqui em casa”, explicou o apicultor Manoel da Silva, morador do Povoado Batateira, no município de São Gabriel, que têm 330 colônias de abelhas sem ferrão; sendo a maioria composta pelas espécies mandaçaia – Melípona mandacaia, predominante na região.
Há mais de 20 anos, Manoel “tomou gosto” em cuidar das abelhas, como ele tem o hábito de afirmar. O meliponicultor, que já produziu 450 litros de mel em períodos de chuva, disponibiliza a sua propriedade como unidade demonstrativa e experimental para a EBDA, com o intuito de unir os conhecimentos dos agricultores com a base científica.
O meliponicultor está inserido no projeto de pesquisa-ação realizado pelo Pacto Federativo em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e a Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), e executado pela EBDA. Atua como pesquisador local no projeto, uma modalidade de participação que possibilita envolver o público de interesse no processo de construção da pesquisa-ação. “Com o acompanhamento da EBDA consigo aumentar minha criação de abelhas, com segurança e qualidade”, pontua Manoel da Silva.
A coordenadora local do Pacto Federativo, Sandra Amim, explicou que as abelhas sem ferrão encontram-se em processo acelerado de desaparecimento, provocado principalmente pelo desmatamento da caatinga. “São pessoas como Manoel, que podem reverter esta situação, com sua dedicação e conhecimento apontam técnicas de manejo e conservação, consolidando com o apoio dos técnicos da EBDA, uma criação racional que permita melhoria alimentar e uma fonte de renda”, diz.
Na EBDA, Manuel participou do curso de meliponicultura sobre o manejo de abelhas sem ferrão, ministrado pelo técnico Áureo Dourado, em março deste ano, com foco para a definição e histórico da meliponicultura, cujos temas foram espécies; classificação zoológica; manejo das colmeias; aspectos biológicos das abelhas sem ferrão; qualidade dos produtos meliponídeos; instalação do meliponário; inimigos naturais; florada meliponícola; comercialização; e a meliponicultura relacionada à preservação do meio ambiente. (Fonte: EBDA/Assimp)

http://secanabahia.com.br/2012/07/meliponicultores-contam-assistencia-tecnica-da-ebda/

domingo, 30 de outubro de 2011

Grandes cidades trazem as abelhas de volta

Eu como apaixonado por abelhas e que tenho uma vontade de criar abelhas, quando vejo casos como esses a respeito de vivências alternativas em espaços urbanos confesso que fico empolgado. Até um poquinho emocionado talvez.rs



Grandes cidades trazem as abelhas de volta
José Eduardo Mendonça - 28/10/2011 às 13:32

Criação em ambientes urbanos é cada vez mais popular

Na capital da Alemanha, Berlim, e em cidades tão diversas quanto Hong Kong e Chicago, criar abelhas em telhados e pequenos jardins tem se tornado cada vez mais popular. Estes criadores urbanos estão estabelecendo uma ponte entre metrópoles e natureza e até ganhando dinheiro.

Do telhado de um edifício de tijolos do distrito de Kreuzberg, em Berlim, a capital alemã parece uma floresta de concreto. Prédios de apartamentos, edifícios de escritórios e igrejas dominam o panorama. Mas Erika Mayr achou que o local é ideal para suas sete colônias de abelhas. “Elas gostam muito daqui”, disse ela.

Do telhado, ela menciona as chamadas “árvores-do-céu”, uma espécie invasiva que adora as ilhas de calor urbanas e são conhecidas pelo néctar de suas flores. Mayr cresceu na Bavária rural e divide sua vida em três empregos, o que é tipico de sua geração: trabalha em sua profisssão original de jardineira, dirige um bar próximo e nos últimos anos vem produzindo e vendendo o “Stadtbienenhonig”, seu mel urbano. Com pouco mais de trinta anos, ela é uma das protagonistas de um novo fenômeno, o da criação de abelhas em grandes cidades, que acontece em paralelo com a disseminação dos jardins urbanos.

Trata-se de um fenômeno global. Em Hong Kong, no ano passado, o designer Michael Leung reuniu criadores locais e criou a HK Honey, uma empresa que vende mel produzido nos telhados. Na Grã-Bretanha, os membros da Associação dos Criadores de Abelha dobrou, e chegou a 20.000 em apenas três anos, graças a jovens que estão transformando um passatempo em um vibrante movimento ambiental.

Nos Estados Unidos, onde o número de colônias decresceu de 6 milhões depois da Segunda Guerra para as 2.4 milhões atuais, milhares de jovens estão redescobrindo esta atividade milenar. Detroit e Chicago são exemplos de um movimento para torná-la parte integral da economia e da ecologia urbanas.

Tanto militantes ambientais quanto cientistas reconhecem o grande potencial da criação de abelhas nos ambientes urbanos. Na Grã-Bretanha, uma pesquisa da Universidade de Worcester apóia a noção de que, num mundo de economia agrícola de grande escala, as abelhas encontram uma variedade maior de fontes para seu mel em cidades, o que leva a sabores diversos. “Há provavelmente maior diversidade e abundância de flores em cidades do que em reservas naturais no campo”, afirma Jane Memmot, da Universidade de Bristol. Além disso, o período de floração em ambientes urbanos é mais longo do que no campo, por causa das ilhas de calor, diz o e360, da Universidade Yale.

Foto: chantal foster/Creative Commons
http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/planeta-urgente/grandes-cidades-trazem-as-abelhas-de-volta/

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Morte de Abelhas, o que você tem a ver com isso. Reflexão pastoral aprendendo com abelhas.

Semanas atrás saiu a seguinte notícia que encontrei via site Ambientebrasil. 
08 / 02 / 2011 - Sumiço de abelhas intriga apicultores em Santa Catarina.
Animais simplesmente abandonam colmeias por motivo desconhecido. Fenômeno pode afetar produção de mel e também de maçãs no estado. Ainda nessa mesma semana veio a notícia que o Museu Real de Ontário investiga morte misteriosa de 20 mil abelhas
Insetos morreram em dois dias, sem causa aparente.

Não se tratam de notícias que simplesmente são novas. Esse fenômeno tem ocorrido já há alguns anos em várias partes do mundo e tem sido divulgado por vezes. As possíveis causas já foram associadas a radiações de rede de transmissão de telefones celulares a contaminação por transgênicos, sendo esta última a hipótese a falada. A diminuição alimentícia, menor variedade de alimentos, também é atribuido como possível causa, o que traz vírus e fungos oportunistas. Além disso agrotóxicos também são elementos que entram no organismo desses animais pequeninos. É possível também que a soma desses fatores esteja interagindo com as abelhas.


O caso é que o homem tem interferido de maneira virtualmente complexa no meio ambiente e na natureza dos seres vivos, incluindo a dele mesmo, pois estamos dentro dos sistemas ecológicos e somos parte deles, assim, tudo o que fazemos pode afetar de maneira positiva ou negativa direta ou indiretamente, e diante de tanto fluxo de ações sempre há reações. Estamos interagindo com sistemas dos quais sabemos pouco.
As abelhas são responsáveis pela polinização de grande quantidade da produção da agricultura em todo o planeta. Você pode imaginar o que esses incidentes de sumiço de abelhas significa. Albert Einstein disse certa vez que se as abelhas fossem extintas da face da Terra em apenas 4 anos a humanidade sumiria. Isso porque as abelhas são responsáveis por 1/3 da comida do planeta. Assim sendo, imagine que diminuindo a produção de alimentos diminui a oferta de alimento aumento o preço dos alimentos e produtos derivados. Daí pra frente você imagina as próximas consequencias...
Numa perspectiva de 18 anos as populações de abelhas serão bastante reduzidas. Estão tentando fazer polinização artificial, mas isso não se compara a engenhosidade da interação natural do corpo da abelha com as várias plantas.

Os animais têm sempre opções disponíveis para eles. Quando o ser humano interfere no sistema ecológico desses animais tais opções vão acompanhando as mudanças e se encaixam no que é melhor e mais viável até o limite onde já não se pode escolher o que comer. Os seres humanos também "escolhem" através de opções. No entanto o “comportamento determinístico” do homem em relação a produção de alimentos está agredindo a biodiversidade. Não por conta de variedade de opções, mas da pouca variação de modo de produção. A idéia de que podemos escolher nossos alimentos através de uma vasta quantidade de opções é relativamente nova e está atualmente associado ao paradigma da agricultura predatória. Tal qual as abelhas escolher seu alimento é uma propriedade biológica. Nós também podemos escolher a nossa, porém que seja de forma sustentável. Podemos escolher a forma que se produz essa comida. A nossa comida está interligada a comida delas (as abelhas). Nada nessa vida, nesse mundo de meu Deus é separado.
A matemática da vida funciona por meio de equações em que um lado deve estar em harmonia com o outro.
O que funciona melhor para a vida funcionar?
De quais maneiras podemos interferir e rearranjar elementos ministradores de vida? Qual o conceito de vida? 
 Seria bom se fossemos sensiveis o bastante para pensarmos nesse tipo de pergunta...


Vale a pena conferir um caso de 2010 também aqui no Brasil interessante de tomar conhecimento sobre morte de abelhas está no link abaixo:
http://rejanetapuya.blogspot.com/2010/12/abelhas-mortas-em-iacanga-foram.html
Compartilho aqui também  aproveitando a oportunidade de reflexão a respeito desse fenômeno incomum um vídeo do Reverendo Caio fábio que dialóga a partir desses incidentes de morte de abelhas. Muito interessante e como sempre inteligente a forma que ele aborda. Ele fala, por exemplo de um vírus encontrado em abelha examinada que era parecido com um vírus da AIDS.

Fico por aqui. Mas antes vale lembrar que
O caminho das criaturas é o nosso também. Nós temos um destino comum, tudo é ligado na terra. Não há um ser que seja independente, desnecessário, sem importância, sem elo, sem história, sem ligação com a vida do todo. O rastro de destruição humana é longo. Os animais e as plantas serão nossas testemunhas.
Sem mel só há fel!    Jorge Tonnera Jr.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...