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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
sexta-feira, 7 de junho de 2013
domingo, 16 de setembro de 2012
O que é ilegal ou legal com relação a entidades religiosas e política eleitoral.
Na realidade, apesar do dizer do folder, o objeto de educação se deve a todas as entidades religiosas, independentemente de religião, credo e doutrina ou denominação. Este objeto se aplica a todas as religiões, seja igreja ou budismo, umbanda ou judaísmo. É frisado o termo IGREJAS, pois em evidência a questão da presença político partidária de muitos candidatos nessas entidades, a fim de troca de favores e corrupção. Voto de cajado é ilegal!quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Carta às Igrejas Evangélicas Brasileiras, por Igrejas Ecocidadãs.
Carta às Igrejas Evangélicas Brasileiras.
Por Igrejas Ecocidadãs
Entre os dias 15 e 22 de junho de 2012 Igrejas Ecocidadãs estiveram presentes na cidade do Rio de Janeiro para participar da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, mais conhecida como Rio+20 (evento oficial da ONU), e da Cúpula dos Povos (evento paralelo organizado pela sociedade civil).
Como movimento cristão criado para incentivar o envolvimento da igreja evangélica na temática socioambiental, as Igrejas Ecocidadãs conseguiram reunir estrategicamente instituições, igrejas, organizações e pessoas, que deram voz histórica na Rio+20, por meio de acesso ao evento oficial da ONU e atividades autogestionadas na Cúpula dos Povos, que incluíram mesas de diálogo, dia de oração, caminhada pela sustentabilidade, coleta de assinaturas para a petição “Fale por um Mundo Justo e Sustentável” e entrega simbólica de mais de 400 cartões da petição assinados ao ministro Gilberto de Carvalho, entre outras atividades.
Em meio às diversas iniciativas da sociedade civil, as quais buscavam discutir e refletir sobre ações práticas para o desenvolvimento sustentável, o documento final da conferência oficial – com 49 páginas e 283 parágrafos, assinado por 188 países e intitulado “O futuro que queremos” (disponível em inglês e espanhol no site da ONU) – apenas elencou diversos problemas relacionados ao desenvolvimento sustentável, não apontando caminhos e metas claras e práticas para solucioná-los. Dessa forma, a maioria das decisões efetivas ficou postergada para o ano de 2015, prazo também para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.
Embora entendamos a complexidade de uma negociação por consenso entre quase duzentos países, como cristãos, não concordamos em ter um documento chamado “O futuro que queremos” se este documento não menciona responsabilidades específicas e prazos para adoção de medidas por uma real sustentabilidade. A população mundial já chegou a 7 bilhões e há tempos os limites ambientais de nosso planeta já foram ultrapassados devido ao modelo atual de produção e consumo. Esperávamos, portanto, que este documento exigisse ações mais efetivas, que levasse em consideração os limites ecossistêmicos do planeta e a desigualdade social entre as nações. A sociedade civil, na Cúpula dos Povos, apontou para outro caminho, uma discussão que olhasse o mundo para além da lógica desenvolvimentista, valorizando o ser humano. Pensar o futuro que queremos extrapola a lógica do desenvolvimento e nos coloca diante do desafio de preservar a vida!
Ainda assim, para nós do Movimento Igrejas Ecocidadãs, o resultado desta conferência é positivo, à medida que temos mobilizado a sociedade civil em busca da construção de ações socioambientais que garantam, por exemplo, o acesso universal à água e alimento no curto prazo. Cremos que as discussões da transição para um planeta mais equilibrado devam ser permeadas por uma agenda ética e moral cristã, a qual poderá nortear as principais metas a serem adotadas pelos governos nos próximos anos.
Acreditamos que deve existir diálogo, compromisso e amor entre as gerações para se promover o desenvolvimento sustentável. O cristianismo, neste contexto, tem todo o potencial para ser a ponte ética na construção de alternativas, trazendo significado espiritual, social e ambiental. Cremos que a fé bíblica é essencial para a solução de nossos problemas sociais e ambientais e, por isso, desafiamos as igrejas locais a assumirem os seguintes compromissos:
1.Reconhecer que o cuidado com a criação de Deus – criador dos céus e terra, fundador do mundo e tudo o que nele existe – faz parte também da missão da igreja;
2.Arrepender-se de sua omissão no cuidado ao meio ambiente, e repudiar o modo com o qual temos permitido a destruição do trabalho do Criador;
3.Informar sistematicamente e envolver ativamente a comunidade de fiéis nos temas socioambientais, oportunizando o contato com a base teológica sobre o tema;
4.Incentivar entre seus membros a adoção de um estilo de vida simples e solidário, modelo vivido e pregado por Jesus Cristo;
5.Reavaliar o uso e destinação que a igreja faz dos recursos naturais e materiais (água, energia, papel, embalagens, copos descartáveis, lixo, esgoto, etc.);
6.Envolver-se com a comunidade onde está inserida, a fim de buscar coletivamente soluções para os problemas locais;
7.Resgatar o vínculo teológico a respeito das questões socioambientais, a partir dos seus líderes e pastores, incluindo seminários;
8.Envolver-se ativamente com as Igrejas Ecocidadãs a fim de ampliar o debate entre organizações cristãs sobre questões socioambientais e a base de fé cristã;
9.Ampliar a visão de missão e diaconia, contribuindo financeiramente com projetos socioambientais, prioritariamente locais.
Por fim, o Movimento Igrejas Ecocidadãs reconhece que por meio de Cristo nos reconciliamos com Deus e consequentemente esta reconciliação é estendida a toda a criação da qual fazemos parte e nos relacionamos de forma interdependente. Portanto, fomos chamados a responder a ordem que nos é dada em Gênesis 1:28 e 2:15, onde devemos nos comprometer em agir de forma consciente e cuidadosa.
Igrejas Ecocidadãs é um movimento de pessoas e organizações cristãs que se uniram para incentivar o envolvimento da igreja evangélica na temática socioambiental. Esta união foi impulsionada pela Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (também conhecida como Rio+20) realizada em junho de 2012 na cidade do Rio de Janeiro. Saiba mais sobre Igrejas Ecocidadãs no site www.igrejasecocidadas.org.br, Facebook e Twitter (@IgrejasEco).
Por Igrejas Ecocidadãs
Entre os dias 15 e 22 de junho de 2012 Igrejas Ecocidadãs estiveram presentes na cidade do Rio de Janeiro para participar da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, mais conhecida como Rio+20 (evento oficial da ONU), e da Cúpula dos Povos (evento paralelo organizado pela sociedade civil).
Como movimento cristão criado para incentivar o envolvimento da igreja evangélica na temática socioambiental, as Igrejas Ecocidadãs conseguiram reunir estrategicamente instituições, igrejas, organizações e pessoas, que deram voz histórica na Rio+20, por meio de acesso ao evento oficial da ONU e atividades autogestionadas na Cúpula dos Povos, que incluíram mesas de diálogo, dia de oração, caminhada pela sustentabilidade, coleta de assinaturas para a petição “Fale por um Mundo Justo e Sustentável” e entrega simbólica de mais de 400 cartões da petição assinados ao ministro Gilberto de Carvalho, entre outras atividades.
Em meio às diversas iniciativas da sociedade civil, as quais buscavam discutir e refletir sobre ações práticas para o desenvolvimento sustentável, o documento final da conferência oficial – com 49 páginas e 283 parágrafos, assinado por 188 países e intitulado “O futuro que queremos” (disponível em inglês e espanhol no site da ONU) – apenas elencou diversos problemas relacionados ao desenvolvimento sustentável, não apontando caminhos e metas claras e práticas para solucioná-los. Dessa forma, a maioria das decisões efetivas ficou postergada para o ano de 2015, prazo também para o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.
Embora entendamos a complexidade de uma negociação por consenso entre quase duzentos países, como cristãos, não concordamos em ter um documento chamado “O futuro que queremos” se este documento não menciona responsabilidades específicas e prazos para adoção de medidas por uma real sustentabilidade. A população mundial já chegou a 7 bilhões e há tempos os limites ambientais de nosso planeta já foram ultrapassados devido ao modelo atual de produção e consumo. Esperávamos, portanto, que este documento exigisse ações mais efetivas, que levasse em consideração os limites ecossistêmicos do planeta e a desigualdade social entre as nações. A sociedade civil, na Cúpula dos Povos, apontou para outro caminho, uma discussão que olhasse o mundo para além da lógica desenvolvimentista, valorizando o ser humano. Pensar o futuro que queremos extrapola a lógica do desenvolvimento e nos coloca diante do desafio de preservar a vida!
Ainda assim, para nós do Movimento Igrejas Ecocidadãs, o resultado desta conferência é positivo, à medida que temos mobilizado a sociedade civil em busca da construção de ações socioambientais que garantam, por exemplo, o acesso universal à água e alimento no curto prazo. Cremos que as discussões da transição para um planeta mais equilibrado devam ser permeadas por uma agenda ética e moral cristã, a qual poderá nortear as principais metas a serem adotadas pelos governos nos próximos anos.
Acreditamos que deve existir diálogo, compromisso e amor entre as gerações para se promover o desenvolvimento sustentável. O cristianismo, neste contexto, tem todo o potencial para ser a ponte ética na construção de alternativas, trazendo significado espiritual, social e ambiental. Cremos que a fé bíblica é essencial para a solução de nossos problemas sociais e ambientais e, por isso, desafiamos as igrejas locais a assumirem os seguintes compromissos:
1.Reconhecer que o cuidado com a criação de Deus – criador dos céus e terra, fundador do mundo e tudo o que nele existe – faz parte também da missão da igreja;
2.Arrepender-se de sua omissão no cuidado ao meio ambiente, e repudiar o modo com o qual temos permitido a destruição do trabalho do Criador;
3.Informar sistematicamente e envolver ativamente a comunidade de fiéis nos temas socioambientais, oportunizando o contato com a base teológica sobre o tema;
4.Incentivar entre seus membros a adoção de um estilo de vida simples e solidário, modelo vivido e pregado por Jesus Cristo;
5.Reavaliar o uso e destinação que a igreja faz dos recursos naturais e materiais (água, energia, papel, embalagens, copos descartáveis, lixo, esgoto, etc.);
6.Envolver-se com a comunidade onde está inserida, a fim de buscar coletivamente soluções para os problemas locais;
7.Resgatar o vínculo teológico a respeito das questões socioambientais, a partir dos seus líderes e pastores, incluindo seminários;
8.Envolver-se ativamente com as Igrejas Ecocidadãs a fim de ampliar o debate entre organizações cristãs sobre questões socioambientais e a base de fé cristã;
9.Ampliar a visão de missão e diaconia, contribuindo financeiramente com projetos socioambientais, prioritariamente locais.
Por fim, o Movimento Igrejas Ecocidadãs reconhece que por meio de Cristo nos reconciliamos com Deus e consequentemente esta reconciliação é estendida a toda a criação da qual fazemos parte e nos relacionamos de forma interdependente. Portanto, fomos chamados a responder a ordem que nos é dada em Gênesis 1:28 e 2:15, onde devemos nos comprometer em agir de forma consciente e cuidadosa.
Igrejas Ecocidadãs é um movimento de pessoas e organizações cristãs que se uniram para incentivar o envolvimento da igreja evangélica na temática socioambiental. Esta união foi impulsionada pela Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (também conhecida como Rio+20) realizada em junho de 2012 na cidade do Rio de Janeiro. Saiba mais sobre Igrejas Ecocidadãs no site www.igrejasecocidadas.org.br, Facebook e Twitter (@IgrejasEco).
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Voto de Cajado
E disse-lhes Jesus: "Está escrito: 'A minha casa será chamada casa de oração; mas vós a tendes convertido em covil de ladrões'". (Mateus 21.13)
Cuidado! Cuidado, irmãos! Cuidado com o voto de cajado. Pastores que induzem o rebanho de Jesus para partidos e candidatos. Esse é mais um ano de eleição e o Potestadismo tentará o seu poder, tentará elevar seu poder, uma vez que está em curso um poderio religioso, um empodeiramento religioso que cria bancada e partidarismo e priviligia interesses privados e não os comuns. Cuidado quando quiserem seu voto eleitor religioso por se tratar de alguém, ainda que de confiança de líderes de igreja, cuidado. E lembre-se, independente de religião, o político deve oferecer propostas que atendam as demandas e necessidades integrais da sociedade. O interesse deve ser coletivo e não de grupo. Não vote pelo fato de alguém ser da sua religião ou da sua igreja. Vote no cara que é o mais capacitado. Não esqueçamos que Ciro, mesmo sendo pagão, foi chamado de Ungido do Senhor e libertador por ser aquele que libertou o povo de Deus do cativeiro da Babilônia para voltarem a terra de Israel. Deus é quem dá autoridade, conforme Paulo nos ensina.
Paz do Cristo vivo,
Jorge Tonnera Jr.

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